Estou pagando para ver.

Rede pede ao Supremo afastamento de Cunha

Josias de Souza

O partido de Marina Silva, Rede Sustentabilidade, protocolou no STF nesta terça-feira uma ação que pede o afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do cargo de presidente da Câmara. Por sorteio, a petição foi à mesa do ministro Marco Aurélio Mello, que será o relator.
Argumenta-se na ação que Cunha, já acomodado pelo STF no banco dos réus em processo da Lava Jato, não pode permanecer na linha de sucessão da República. Com o provável afastamento de Dilma Rousseff e a consequente ascensão do vice Michel Temer, Cunha passará a ser o número 2 da República, substituto eventual do presidente da República.
A legenda de Marina sustenta que um réu em ação penal não pode ser mantido em posição que o habilite a assumir a Presidência. Pede-se ao Supremo que aplique, por analogia, o artigo 86 da Constituição, que anota em seu primeiro parágrafo: “…o presidente ficará suspenso de suas funções: nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal”.
Argumenta-se que a limitação imposta aos réus se aplciaria a todas as pessoas que, por força da Constituição, são passíveis de assumir a Presidência. Na linha de sucessão, quem vem depois de Cunha é o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Ele responde a nada menos que 12 inquéritos no STF, 11 relacionados à Lava Jato e um da Operação Zelotes.
Renan também carrega sobre os ombros uma denúncia que a Procuradoria-Geral da República protocolou no STF há mais de três anos. Nela, o senador é acusado de custear com verbas de uma empreiteira despesas de um filho que teve fora do casamento. Porém, diferentemente do que sucedeu com Cunha, a denúncia contra Renan ainda não julgada pela Suprema Corte. Assim, o multi-investigado Renan não pode, por ora, ser chamado de réu.
Parlamentares de seis partidos —PSOL, PT, Rede, PCdoB, PDT e PPS— entregarão nesta terça ao presidente do STF, Ricardo Lewandowski, uma carta na qual pedem pressa na decisão sobre Cunha. Além da ação da legenda Rede, há no Supremo um pedido de afastamento de Cunha do seu mandato de deputado. Foi formulado em dezembro de 2015 pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot. A fundamentação é outra. Alegou-se que Cunha usa o poder político para obstruir e prejudicar investigações.

Golpe é um assalto aos pobres.

Ciro: milagre pode vir dos movimentos populares

 
                  
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No site do PDT:

CIRO NA PUC-SP: IMPEACHMENT É ASSALTO AOS INTERESSES DOS POBRES

O ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes, em palestra nesta quinta (28/4) na PUC de São Paulo, criticou a campanha da mídia para derrubar a presidente Dilma, chamou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mais uma vez,  de “gângster”; e falou de sua possível candidatura à presidência em 2018 pelo PDT. Na opinião de Ciro, é fundamental uma renovação da esquerda brasileira.

“O que está acontecendo [o processo de impeachment] é basicamente um assalto aos interesses da população mais pobre”, afirmou em entrevista ao jornalista Ivan Longo da revista Forum.  Crítico ao governo Dilma Rousseff, mas opositor ferrenho do processo de impeachment, o ex-governador do Ceará alertou sobre a necessidade de renovação da esquerda brasileira e de um “mea culpa” do PT.

“Não acho razoável que o PT não faça pelo menos um mea culpa e não ceda a oportunidade a outros quadros. Não precisa ser eu, mas é preciso renovar a política brasileira”, disse Ciro, pré-candidato à presidência em 2018 pelo PDT.

Segundo Ciro, sua pré-candidatura se dá, justamente, pela “ameaça” que passa a democracia brasileira.

“Eu aceitei a convocação do meu partido para assumir uma pré-candidatura por que nós consideramos que, neste momento, a democracia brasileira está sendo violentada, está sendo ameaçada na sua sanidade. Que a gente se organize, que a gente organize movimentos de opinião, referências, de gente que tenha algo a dar para a população. E eu tenho uma experiência e não me sinto autorizado a faltar ao Brasil nem ao nosso povo nesse momento”, explicou o ex-ministro que em 2002 apoiou Lula no segundo turno das eleições.

Para Ciro, a esquerda brasileira saberá, sim, se renovar, pois seus valores são “universais e perenes” e sempre haverá  “o imperativo moral para superar as desigualdades, a violência, o desamor e a infelicidade consumista”, que, segundo ele, são componentes que colocam o Brasil em uma tragédia coletiva.

“Especialmente com componentes caricatos, se não trágicos, como vimos no parlamento presidido por um gângster”, completou.

Ciente do alto risco que existe do Senado aprovar o impeachment de Dilma, Ciro acredita, contudo, em um milagre para barrar o afastamento que, segundo ele, viria da mobilização popular porque, frisou, “o que está acontecendo é um assalto aos interesses da população mais pobre”.

Ele acrescentou:

“Estou lutando para que esse tragédia [o impeachment] não aconteça. Evidentemente sou vivido, sou experiente, sei qual é a probabilidade hoje, mas acho que é possível que aconteça um milagre, e esse milagre é a mobilização popular. O povão, nosso povo mais pobre, não sabe ainda a tragédia que o ameaça. E se a gente conseguir, mesmo perfurando a interdição da grande mídia, conseguir que nosso povo acorde, e perceba que o que está acontecendo é basicamente um assalto aos interesses da população mais pobre, e esse povo vier para rua e cercar o Senado, quem sabe esse milagre não aconteça”.

Na palestra na Pontifícia Universidade Católica (PUC) Ciro fez diagnósticos sobre a crise política e alternativas para o desenvolvimento brasileiro. No convite do Facebook para o evento, os organizadores já ofereceram um diagnóstico preliminar da conjuntura política nacional.

“Desde o período que antecedeu o golpe militar de 1964, o país não passa por uma disputa tão intensa de projetos de Nação, que divergem por suas essências ideológicas, mas se assemelham pelas suas faces intrinsecamente sistêmicas, demonstrando a ineficácia das instituições políticas brasileiras bem como a inoperância daquilo que é chamado de ‘governo de coalizão partidária’”.

Para os organizadores do evento na PUC, é fundamental criar um espaço de debate para discutir alternativas para o retorno do desenvolvimento.

Advogada Golpista.

Advogada Golpista impicha o Temer também

Qua, qua, qua !
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publicado 29/04/2016
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Janaína se contorce.

A contorcionista dra Janaina, que faz dupla com Miguel Reale - o filho do fascista-integralista  - bem que poderia trabalhar no Globo Esporte, num quadro de calistenia indu e relaxamento Big Sur.
Porém, de esperta ela não tem nada.
Caiu numa cilada do senador Randolfe e concordou com a tese inequívoca: se Dilma pedalou, o Temer, também !
Ou o TSE vai provar que o Temer nunca foi vice da Dilma ?
Qua, qua, qua !

No Portal O Tempo:

Randolfe engana Janaína e faz com que ela apoie impeachment de Temer

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) esperou até 1h da manhã para poder pregar uma peça na autora do pedido de impeachment, Janaína Paschoal, na sessão dedicada a ouvir os denunciantes. Ele fez uma explanação apresentando a edição de decretos de créditos suplementares específicos e pediu, em seguida, a opinião de Janaína sobre essas atitudes.

A jurista defendeu que os créditos suplementares sem a autorização do Congresso Nacional configuram crime de responsabilidade e devem ser punidos com o impeachment. "Muito bem, fico feliz com sua opinião, porque a senhora acabou de concordar com o pedido de impeachment do vice-presidente Michel Temer. Essas ações que eu li foram tomadas pelo vice", disse Randolfe.

A professora ficou constrangida e tentou se explicar.

 

 

 

Cunha e Temer comeram Aécio pela borda.

             

           

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Ato o cupa Globo
O Conversa Afiada reproduz do Nassif  excelente texto de João Paulo Cunha:

Aécio se desmancha com aproximação ao PMDB, por João Paulo Cunha

Do Brasil de Fato

Tchau, Aécio

Aécio Neves não é um cara esperto, mas acha que é. Como é próprio do tipo, personalidades como a dele se nutrem mais da autoimagem que da realidade. Uma vez que a vida não lhes proporcionou a saudável experiência do arrependimento nem a construtiva vivência da frustração, acreditam que o real é consequência natural de seus desejos. Não compreendem a derrota, não divisam o outro em seu horizonte, não são capazes do compartilhamento.

Essa infantilidade de caráter se configura, na vida política do senador mineiro, como um misto de arrogância e ressentimento. Quando vence uma disputa, apenas consagra a distinção que julga merecer de nascença. Quando é derrotado, insiste em questionar o resultado e, na efetivação da perda, recolhe a bola ou tenta virar o tabuleiro e espalhar as peças. Completa o diagnóstico mirim dos “espertos-só-que-não” uma peculiar relação com a lei.

Trata-se de uma convicção que os anistiam da prestação de contas dos delitos que eles fazem questão de denunciar em quem está ao lado. Podem, por exemplo, tratar mal as mulheres e dirigir embriagados. Estão liberados para ter amigos donos de aeronaves que transportam drogas e para perseguir jornalistas que fazem seu trabalho. Na atividade política, são inimputáveis de erros e incompetência, pagam publicidade em emissoras da própria família e empregam parentes enquanto espalham aos quatro ventos a litania da meritocracia.

Um falso esperto é facilmente desbancado por um esperto de verdade. Foi onde Aécio se deu mal ao aproximar seu rancor de derrotado de Eduardo Cunha e Michel Temer. Ao associar sua birrenta e irresponsável estratégia de terceiro turno com os próceres do PMDB, que lhe pareceram no momento o melhor caminho – depois que foi vaiado na rua e deixado de lado por seu partido – o ex-governador de Minas, como péssimo mineiro, entregou a faca e o queijo. Mineiro que entrega o queijo não merece perdão.

De nada, agora, adianta dizer que o apoio a Temer está ligado a projetos e compromissos. Não é assim que o PMDB age. O partido – e o avô de Aécio, este sim esperto de verdade, só entrou em suas hostes para ser eleito indiretamente – não cumpre acordos. Afinal, por que Temer seria leal a Aécio quando se mostrou um traidor de letra de bolero com Dilma? É da natureza do PMDB não dividir bônus, apenas ônus. Ele fia apoios que não cumpre, mas cobra a conta antecipadamente. Desta vez, levou o tucano no bico.

Aécio se desmanchou ao se aproximar do PMDB. Tornou-se fiador do mais condenável político do Brasil, Eduardo Cunha, réu no STF. Nunca mais vai se desgrudar dele. Como uma tatuagem, qualquer tentativa de corrigir o equívoco vai gerar uma imagem cada vez mais feia e distorcida. Em relação a Temer, Neves se tornou um triste carregador de lança na cruzada contra a lei. Sua aliança apenas reforça a busca do objetivo do partido mais fisiológico da história republicana: o domínio de fato e de direito da máquina de governar o país.

Para completar, Aécio implodiu seu partido de origem, perdeu confiança entre os empresários que sustentam o ideário liberal e ficou isolado no salão da política. Afinal, a inteligência econômica nunca foi um atributo do senador, que sempre tinha à mão um ministro-papagaio de plantão para explicar o que ele não entendia. Perdeu, ao fim, até mesmo a simpatia que lhe era creditada pela mídia. Ficou chato e não vende mais jornal.

Depois de tanta histeria e ranger de dentes, Aécio ficou com a broxa na mão. Há uma crença no mundo político de que ser presidente é destino, não merecimento ou vocação. Lula, JK e Vargas nasceram para presidentes. Itamar o foi sem que tivesse os méritos do berço ou mesmo a vaidade do desejo. Assim como Dilma Rousseff. O neto de Tancredo, sem os atributos do valor e sem a ventura do acaso, não vai ser presidente da República. Não tem distinção intelectual, competência gerencial, nem carisma. Escolhe mal suas companhias. Para completar, nem a sorte está ao seu lado. Pelo mal que fez ao país, é um desfecho de carreira merecido.

Dia do Trabalhador em Belém.

Fascistas de Direita provocam confronto e violência e são expulsos de ato pelo Dia do Trabalhador em Belém

Homem de chapéu e camisa preta deu um soco na esposa do manifestante de camisa laranja. O casal havia ido para a atividade político-cultural pelo Dia do Trabalhador e acabou envolvido em uma briga, na praça da República, na manhã deste domingo, em Belém do Pará. Foto: Paulo Castro/DOL.

Por Diógenes Brandão 

Imagens registradas neste domingo (1º), tanto por manifestantes, quanto por veículos de imprensa, na praça da República em Belém do Pará, mostram um confronto entre manifestantes que participavam do ato convocado pela Frente Brasil Popular e a Frente Povo sem Medo e um grupo de fascista que chegaram ao local com provocações e entoando palavras de ordem, exaltando o nome do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

Ato político-cultural pelo Dia do Trabalhador contou com uma grande faixa Foto: Glauce Monteiro/G1)
Segundo informações apuradas in loco, se não fosse a rápida intervenção da Polícia Militar, o confronto poderia ter colocado muitas vidas em risco. Mesmo não conseguindo evitar troca de socos, cuspidas e chutes entre os grupos antagonistas mais exaltados, a polícia isolou os grupos antagonistas e o evento seguiu normalmente, e segundo a coordenação, o ato reuniu cerca de duas mil pessoas e unificou três centrais sindicais, além de militantes do PT, PCdoB e PSOL. Além de um café da manhã servido pela CUT e CTB, em frente ao Teatro da Paz, diversos artistas participaram da atividade, revezando-se no microfone de um trio elétrico, na avenida presidente Vargas, onde também havia uma exposição fotográfica do PT, com imagens de uma caravana que saiu do Pará para participar do dia do julgamento do impeachment, na câmara dos deputados, no mês passado.

Após o confronto, a PM isolou os dois grupos e o ato prosseguiu normalmente, finalizando com o "beijaço" em favor da democracia e contra o golpe. Foto: Frente Brasil Popular-PA.

O ato terminou por volta das 14h com um "beijaço", proposto em resposta às agressões e a violência trazida pelas provocações do fã clube paraense de Jair Bolsonaro, convocado através da internet, como pela página Direita Paraense, na qual um convite para 2100 pessoas, teve a confirmação de 229, mas sendo segundo a página da CUT-PA no Facebook, "Descaracterizados,eles primeiro tentaram se inscrever para falar no carro-som. Depois, postaram-se na frente de uma câmera da TV Liberal e começaram a hostilizar um grupo de jovens do movimento "Mulheres Pela Democracia". Formou-se uma confusão e eles foram expulsos. Houve denúncias de que dois integrantes do grupo estavam armados, mas a polícia militar fez a revista e nada encontrou. Acompanhem as fotos da confusão", conclui a postagem da central sindical, uma das coordenadoras do evento.



 




















TA BOM .

Segundo a Veja, Helder Barbalho entregará carta de demissão



Por Diógenes Brandão

Segundo Vera Magalhães, colunista do Radar, do site da revista Veja, o ministro da secretaria dos portos, Helder Barbalho, esteve nesta segunda-feira, (18) no Palácio do Planalto para entregar a carta de demissão a Dilma Rousseff.

A revista afirma sem citar nomes, que assessores palacianos, disseram que o ministro, da cota peemedebista, não foi recebido pela presidente, que estava em reunião.

Barbalho deve entregar a carta ainda nesta segunda. Segundo aliados partidários, não pretende desistir da demissão, nem mediante apelos de Dilma.

Como a notícia saiu na VEJA, mandei um DM através do twitter e aguardo uma resposta do ministro que é paraense como este blogueiro e poderá confirmar ou negar a informação. 

Helder é pré-candidato ao governo do Estado e conforme já foi noticiado diversas vezes neste blog, tem se reunido com a bancada federal do PT paraense, em busca da manutenção do apoio do PT-PA para alcançar seu objetivo eleitoral em 2018, assim como já contou em 2014, quando fez dobradinha com o senador Paulo Rocha (PT-PA), que foi eleito e Helder acabou derrotado por Simão Jatene (PSDB). 

No PMDB paraense, o sentimento é de que Paulo Rocha é quem deve retribuir o apoio que obteve para ser eleito senador e por isso, 2016 e 2018 são os anos eleitorais para que esse acordo seja cumprido.

Projeto Bola pra Frente o Projeto da mudança social.

 

O projeto Bola pra Frente é para dar oportunidade para crianças de 9 a 17 anos no bairro da Marambaia no conjunto Médici I através do esporte e através dele dar inclusão e uma boa socialização, tendo em vista o aprendizado através do respeito a Deus e ao próximo, com objetivo de ocupar as crianças e jovens varias modalidades  esportivas  para que possam ter uma ocupação diária, com treinamentos, estudos, como ensinamentos religiosos, inglês, MayTay e etc.

 Com a certeza de formar cidadãos conscientes de direitos e reponsabilidades.


 Nosso projeto é composto  de voluntários capacitados e profissionais como, preparador físico, técnico e professores

 
São jovens carentes que não tem muitas oportunidades, jovens que de alguma forma buscam aprender a praticar um bom futebol com responsabilidade. É com esse objetivo de ensinar o futebol mais também em oferecer os cursos gratuitos como: aulas de inglês, curso de computação,  entre outros.
Endereço Campão situado conjunto Médici I atrás da praça Dom Alberto Ramos bairro da Marambaia Belém Pará.

Nossa equipe

Marcelo Alves Presidente


Cristiane Gerência de Projetos

 Telefone:983615590

 E-mail: mamarcelokaua@gmail.com



Gisely Mendes a estrela do Murinin

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