ESSA É A UNIÃO POR BELÉM DE ZENALDO...
ESSA É A UNIÃO POR BELÉM DE ZENALDO...
Está aqui a prova cabal de que o grande culpado pela desarrazoada administração de Duciomar Costa em Belém foi Simão Jatene... Pode ver que o cartaz atrás da foto mostra o número 14, legenda de DUDU.
E agora, Zenaldo Coutinho diz que Duciomar fez uma gestão péssima e que ele vai fazer melhor.
Pergunto: com que autoridade, já que eles, os tucanos, foram responsáveis pela eleição do DUDU.
Zenaldo fala em união com Dilma. Quando ele saiu da oposição ?
Não sei o que é pior nessa campanha dos tucanos, se a desfaçatez, a desonestidade ou a falta de criatividade.
Na maior cara de pau a campanha tucana do Zenaldo promete 'união' com a presidenta Dilma, chegando ao cúmulo de citar, inclusive, os seus programas do governo, como o Minha casa, minha vida, por exemplo, numa tentativa vil e sacana de confundir o eleitor.
'Vende' falsa ilusão aos eleitores, querendo passar uma imagem de que a tal 'união' propalada é uma questão apenas de vontade, ou melhor, de bom censo, como se fosse apenas uma 'questão menor', que dependesse única e exclusivamente do dele. No entanto, a tática visa enganar o eleitor desavisado, fazendo parecer que o Zenaldo é o candidato da presidenta Dilma, escondendo dos eleitores sua condição de oposição ao governo federal.
Por outro lado, já é a terceira campanha que somos obrigados a ver aqueles artistas cooptados com dinheiro público fazendo as mesmas coisas. A falta de criatividade é tanta que agora até o "açaí" voltou à campanha tucana.
Quem já esqueceu o tal "Senador do Açaí", o Flexa Ribeiro, que encheu a cabeça dos eleitores com aquelas mentiras sobre a lei que exigia e pasteurização da polpa do fruto, mas que agora está caladinho frente o avanço dos casos de Doença de Chagas no estado? mas não é que eles voltaram a usar o açaí como marketing eleitoral, agora no programa do Zenaldo.
ACORDA BELÉM !!!
Na maior cara de pau a campanha tucana do Zenaldo promete 'união' com a presidenta Dilma, chegando ao cúmulo de citar, inclusive, os seus programas do governo, como o Minha casa, minha vida, por exemplo, numa tentativa vil e sacana de confundir o eleitor.
'Vende' falsa ilusão aos eleitores, querendo passar uma imagem de que a tal 'união' propalada é uma questão apenas de vontade, ou melhor, de bom censo, como se fosse apenas uma 'questão menor', que dependesse única e exclusivamente do dele. No entanto, a tática visa enganar o eleitor desavisado, fazendo parecer que o Zenaldo é o candidato da presidenta Dilma, escondendo dos eleitores sua condição de oposição ao governo federal.
Por outro lado, já é a terceira campanha que somos obrigados a ver aqueles artistas cooptados com dinheiro público fazendo as mesmas coisas. A falta de criatividade é tanta que agora até o "açaí" voltou à campanha tucana.
Quem já esqueceu o tal "Senador do Açaí", o Flexa Ribeiro, que encheu a cabeça dos eleitores com aquelas mentiras sobre a lei que exigia e pasteurização da polpa do fruto, mas que agora está caladinho frente o avanço dos casos de Doença de Chagas no estado? mas não é que eles voltaram a usar o açaí como marketing eleitoral, agora no programa do Zenaldo.
ACORDA BELÉM !!!
Postado por
Vicente Cidade
Governo responde a “mensalão” com bem-estar social | Blog da Cidada.
A mega produção do julgamento do mensalão e a chuva de “más notícias” sobre a economia vêm dominando há meses o noticiário. A primeira atração pretende condenar criminalmente os oito anos do governo Lula e o Partido dos Trabalhadores inteiro; a segunda, pretende convencer os brasileiros de que a economia do país vai de mal a pior.
Por meses a fio, a oposição ao governo federal, como ocorre há quase uma década, recebeu o apoio dos maiores meios de comunicação do pais à sua estratégia descrita no parágrafo anterior, estratégia que sucedeu a pressão oposicionista-midiática por demissão de ministros e as marchas “contra a corrupção” que vigeram no ano passado.
Em 2011, chegou a ocorrer como que uma capitulação do governo Dilma Rousseff diante de uma nova modalidade de ataque oposicionista-midiático aparentemente diferente da guerra desencadeada contra o governo Lula, mas que, em essência, era igual.
Nesse novo modelo, a presidente foi preservada de ataques diretos e os alvos foram o governo Lula (do qual ela participou em destaque) e a montagem que fez de seu próprio governo, pois cada ministro demitido no ano passado foi nomeado por ela, sendo a tese da “faxina” mera tentativa de convencer a matreira presidente da República de que um ataque a beneficiária, o que revelou desprezo por sua inteligência.
Entre o fim do ano passado e o começo deste ano, Dilma pôs um fim à capitulação diante dos sucessivos ataques aos ministros, que, muitas vezes, perderam o cargo sem qualquer razão, como no caso do ex-ministro do Esporte Orlando Silva, demitido sob acusações sem provas e posteriormente inocentado em todas as investigações.
Quando a artilharia chegou ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, possivelmente o ministro mais próximo de si, Dilma pôs o pé na porta e as pressões acabaram, ainda que tenham restado elucubrações sobre as quedas de ministros que ela teria permitido por ter desejado.
2012, porém, marcou a reação de um governo que já começava a enfraquecer de tanto ceder a pressões. Dilma iniciou o ano visivelmente decidida a mostrar que estava no controle e que seu governo tinha um plano. Ao esfriamento da economia, desde então vem atuando no sentido de aquecê-la e de aliviar a vida da população.
O primeiro grande lance foi colocar os bancos públicos para liderarem uma queda generalizada dos juros ao consumidor e às empresas. O ineditismo da medida na história recente do país pegou oposição e mídia de surpresa. Em um primeiro momento, esses agentes aliaram-se aos bancos contra a iniciativa do governo federal.
Não tardou para bancos, mídia e oposição entenderem o que se previu nesta página que ocorreria, que a presidente daria um salto em termos de popularidade, o que de fato ocorreu, fazendo com que alcançasse praticamente o mesmo patamar que Lula tinha ao deixar o governo. As críticas, diante do apoio popular, emudeceram.
A essas medidas contrárias aos interesses dos bancos – que a presidente foi à televisão anunciar assim como fez ontem – somaram-se outras de indiscutível apelo popular e, o que é melhor, à prova de acusações de “populismo”, pois não é moleza defender os setores da economia líderes de reclamações às entidades de defesa do consumidor.
Telefonia e planos de saúde também entraram na mira do governo, sendo penalizados com suspensão de captação de clientes e obrigados a apresentar planos de investimentos para resolver os problemas geradores de queixas.
Paralelamente à defesa decidida dos interesses dos consumidores, o governo apresentou um poderoso plano de investimentos em infraestrutura que chega à casa da centena de bilhões de reais, uma quantidade de recursos que pouquíssimos países têm condição de investir hoje, o que vai revelando a solidez da economia brasileira.
Na última quinta-feira, Dilma respondeu ao recrudescimento exponencial da artilharia oposicionista-midiática contra si e contra o PT, baseada, exclusivamente, em um moralismo tão hipócrita que viu lideranças de partidos envolvidos até o pescoço em escândalos de corrupção apontarem o dedo para o partido do governo.
À maior artilharia, a presidente usou uma bomba: anunciou redução de gastos do consumidor e das empresas com energia, começando pela energia elétrica. Não é brincadeira o que Dilma anunciou. 16% para residências e 28% para indústrias serão sentidos diretamente no bolso de todos.
É imprevisível o impacto que isso terá sobretudo no setor industrial, mas será grande. O consumo de energia é um dos grandes custos desse setor. A medida, inclusive, tornará os produtos brasileiros mais competitivos.
Reduzir o custo da energia nesse nível é medida ainda mais popular do que pôr bancos públicos para liderarem queda de juros. No caso dos juros, a redução é lenta e não atinge o público de forma homogênea, pois beneficia mais os menos endividados e mais ricos, que, certamente, estão tendo acesso às melhores taxas. No caso da conta de luz, o alcance é estrondoso.
E para quem, como eu, reclamou de revide político, no mesmo pronunciamento em que deu tal presente à população a presidente ainda atacou, de novo, aquele que tentou atingi-la atacando seu padrinho político. Ao criticar a “privatização” que era feita “no passado”, Dilma concluiu a resposta que acaba de dar ao ataque de Fernando Henrique Cardoso a Lula.
O lance da última quinta-feira explica a política brasileira no novo milênio. Uma oposição perdida, sem propostas, usa a mídia – ou por ela é usada – para oferecer à população moralismo de quinta, pessimismo e hipocrisia. E zero de propostas. A isso, Dilma responde com desenvolvimento e bem-estar social.
Em sua opinião, leitor, quem irá vencer esse embate?
Vergonhoso: Perseguição é um comportamento corriqueiro da tucanalha !!

ANANINDEUADEBATES: Alô Ministro Joaquim Barbosa tem um senador racista no Pará
"O senador Mário Couto (PSDB-PA) é acusado de racismo e abuso de autoridade por uma mulher a quem teria ofendido com xingamentos discriminatórios. A assistente-administrativa Edisane Gonçalves de Oliveira, de 34 anos, contou em depoimento na polícia que após revidar às supostas agressões verbais do senador e diante de várias testemunhas, foi detida por ordem de Couto, que alegou ter sido "desrespeitado como senador da República". Levada à delegacia de Salinópolis - um balneário banhado pelo Oceano Atlântico na região nordeste do Pará, a 265 km de Belém - a mulher prestou depoimento e foi liberada. Ainda no mesmo dia, ela decidiu processar o senador.
O promotor de Justiça de Salinópolis, Mauro Mendes de Almeida, procurado pelo Grupo Estado, informou que remeteu as peças do inquérito policial para o Supremo Tribunal Federal (STF) em razão de o senador gozar de foro privilegiado. Mas quem decidirá se abre ou não processo contra Couto é o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a quem a queixa crime será remetida pelo STF.
O caso ocorreu no dia 13 de agosto passado, durante uma caminhada do senador e de seus cabos eleitorais pelas ruas do bairro Cuiarana. Couto apoia o candidato a prefeito Di Gomes, mas alguns moradores, incluindo Edisane Oliveira, não permitiram que cartazes com a foto do afilhado político dele fossem pregados nas paredes de suas residências. Isso teria irritado o tucano.
No dia 24, onze dias depois da denúncia da assistente-administrativa, fiscais da Agência de Defesa Agropecuária do Estado Pará (Adepará) e da Delegacia de Polícia do Meio Ambiente fecharam um pequeno açougue de propriedade de Ivanildo de Lima Correa, companheiro da denunciante. Conhecido por Vando, o rapaz foi preso em flagrante sob a acusação de manter 42 quilos de carne e frango "impróprios para consumo", acondicionados em um freezer.
"Até hoje não entendi porque fui preso. Em julho, a vigilância sanitária esteve no meu estabelecimento, que é legalizado, viu a carne e o frango estocados do mesmo freezer e nada viu de ilegal. Agora, entraram lá e jogaram creolina em cima dos alimentos e depois levaram para incinerar. Estou me sentindo perseguido, pressionado até o pescoço", queixou-se Correa, por telefone, ao Estado.
Ele ficou na cadeia durante oito dias, sem dinheiro para pagar a fiança, arbitrada pela polícia em 30 salários mínimos, e foi solto, segundo suas próprias palavras, depois que o senador, após acordo, conseguiu reduzir o valor para apenas um salário, pagando do próprio bolso a soltura. "Eu quero saber como isso vai ficar, O senador pagou, mandou me soltar e até me deu um advogado", declarou o açougueiro.
Por telefone, o senador contou ao Grupo Estado uma outra versão, afirmando que foi ofendido por Edisane Oliveira e que um cabo eleitoral que estava na carreata foi agredido por ela com palavras racistas. Ele negou ter mandado prender a mulher e que dias depois foi procurado por ela, que queria se desculpar pelo que tinha acontecido. "A questão é política, ela apoia o atual prefeito e eu, outro candidato", disse Couto, que também rebate e acusação de ter mandado prender o açougueiro e os alimentos que ele vendia em seu estabelecimento. "Foi a Adepará que foi lá e viu carne estragada que ele vendia. Estava tudo podre", acrescentou, garantindo que nada tem a ver com o fato de a polícia prender Correa em flagrante.
Ao ser informado de que a promotoria de Salinópolis havia encaminhado o inquérito para o STF e que caberá ao procurador-geral da República decidir se irá processá-lo, o senador falou ao Grupo Estado: "que bom, estou morrendo de medo por causa disso". (DOL, com informações da Agência Estado)
Lula, de ‘louco’ a ‘gênio’ em contados 15 dias.
Foto: Edição/247
QUANDO O HORÁRIO POLÍTICO NA TEVÊ COMPLETA DUAS SEMANAS, IMAGEM DO
EX-PRESIDENTE LEVA CANDIDATO FERNANDO HADDAD, SUA MAIOR APOSTA, A
DOBRAR DE TAMANHO EM SP; EM BH, PATRUS SOBE; LULA RESGATA A RETICENTE
PRESIDENTE DILMA, A REBELDE SENADORA MARTA E ATÉ O PRESIDENTE DO PSB, EDUARDO CAMPOS; REPUTAÇÃO DE RAPOSA MAIS FELPUDA DA POLÍTICA BRASILEIRA ESTÁ SALVA
247 – Depois de estar seriamente ameçada, em razão do que pareceu uma teimosia, quase um capricho, a reputação de raposa mais felpuda da política brasileira está preservada para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com o peso de sua imagem, mesmo com menos cabelo e a voz em fase de recuperação, Lula fez o que prometeu: catapultou seu candidato a prefeito da maior cidade do País, Fernando Haddad, em São Paulo, do bolo dos sem chance para a briga direta pela entrada no segundo turno.
Mais ainda, em razão da escalada que patrocinou, Lula quebrou a resistência da senadora Marta Suplicy, que se recusava a entrar numa campanha que se anunciava inexpressiva, e trouxe para ainda mais perto de si a presidente Dilma Rousseff. Inicialmente, diante da perfomance pífia de Haddad antes do horário eleitoral, Dilma mandou avisar que não iria participar da campanha. Mais tarde, com a aproximação da inauguração dos programas políticos, fez saber que participaria pontualmente, mas não mergulharia de cabeça em nenhuma delas. De quebra, na polêmica instalada pelo ex-presidente Fernando Henrique, Dilma fez profissão de fé inquestionável a favor de Lula, numa nota oficial elegante e, ao mesmo tempo, desconcertante para os tucanos (leia abaixo).
Agora, quando o ex-ministro da Educação de Dilma (e de Lula) aparece nas pesquisas com o dobro das intenções de voto que tinha antes de ser conhecido como 'o candidato do Lula', Dilma tomou ontem o avião da Presidência da República para almoçar com Lula e combinar, nos termos do ex-presidente, sua participação na campanha.
Pelo Brasil, Lula também colhe uma grande vitória, a esta altura da eleição, quando o candidato a prefeito de Belo Horizonte que, a exemplo de Haddad, ele impôs ao partido, o ex-ministro Patrus Ananias dá um salto de sete pontos nas pesquisas e passa a consolidar um cenário de segundo turno na terra do tucano Aécio Neves. Apesar da trombada de frente com o governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, consumada com o lançamento do igualmente seu ex-ministro Humberto Costa à Prefeitura de Recife, Lula outra vez vai se saindo bem. Ele convidou, e Campos já aceitou participar de um ato público pró-Haddad em São Paulo. E ainda fez frase para dizer que jamais pensou – e pensou – em trair sua aliança com o ex-presidente: "Jamais me distanciei de Lula", disse Campos.
Sem ter olhos azuis, corpo esguio, português escorreito e, neste momento, caneta para nomear e exonerar, o que todos veem em Lula são os votos que ele carrega – e sua força política, a esta altura das eleições municipais, ainda que seus candidatos não vençam os respectivos pleitos, está confirmada. Com o baiano, como todos o chamavam nos seus tempos de líder metalúrgico no ABC, não se brinca.
Abaixo, nota oficial da presidente Dilma Rousseff em resposta ao ex-presidente Fernando Henrique e em defesa da gestão de Lula e seu jeito de atuar:
"Citada de modo incorreto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em artigo publicado neste domingo, nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, creio ser necessário recolocar os fatos em seus devidos lugares.
Recebi do ex-presidente Lula uma herança bendita. Não recebi um país sob intervenção do FMI ou sob a ameaça de apagão.
Recebi uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes.
Recebi um país mais justo e menos desigual, com 40 milhões de pessoas ascendendo à classe média, pleno emprego e oportunidade de acesso à universidade a centenas de milhares de estudantes.
Recebi um Brasil mais respeitado lá fora graças às posições firmes do ex-presidente Lula no cenário internacional. Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse. O ex-presidente Lula é um exemplo de estadista.
Não reconhecer os avanços que o país obteve nos últimos dez anos é uma tentativa menor de reescrever a história. O passado deve nos servir de contraponto, de lição, de visão crítica, não de ressentimento. Aprendi com os erros e, principalmente, com os acertos de todas as administrações que me antecederam. Mas governo com os olhos no futuro.
Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil
Zé Dirceu: Haddad já empata com Serra e se elegerá prefeito « Viomundo – O que você não vê na mídia
Serra já está empatado em 18% com Haddad nas pesquisas diárias
por Zé Dirceu, em seu blog (03.09.2012), sugerido pela MVM News
Tendência consolidada – confirmada pelas pesquisas IBOPE de 6ª feira pp. e Datafolha da 5ª feira – a candidatura tucana de José Serra (PSDB-DEM-PV) embicou para o despenhadeiro de queda contínua na intenção de voto e da rejeição crescente.
Assim, a eleição em Sampa caminha para uma disputa entre os concorrentes do PRB, ex-deputado Celso Russomanno e o nosso candidato, ex-ministro da Educação, Fernando Haddad (PT-PCdoB-PSB-PP). Tudo indica, teremos um 1º e 2º turno diferentes, não mais com aquela tradicional polarização PT x PSDB que marca as eleições em São Paulo desde o final da década de 80.
José Serra continua caindo e já esta empatado de fato – e não apenas tecnicamente – com Haddad, ambos com 18% nas pesquisas diárias. Elas indicam que o candidato do PMDB, deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) tende a crescer um pouco e Haddad vai se aproximar de Russomanno que tem cerca de 30% no IBOPE e no Datafolha.
O petista tende a chegar ao 1º turno dia 7 de outubro com a preferência de 1/3 do eleitorado paulistano, a votação tradicional do PT na capital e no Estado na 1ª etapa da disuta. Na 2ª, dia 28 de outubro, no segundo turno, Haddad ganha.
O PSDB é alijado do poder em todo o Sul e Sudeste
Com a derrota tucana previsível na maior capital do país, o PSDB caminha para não governar nenhuma cidade das regiões Sul-Sudeste. Dai a explicação para a pressão que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) exerceu sobre o prefeito candidato à reeleição em Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB-PSDB), prometendo sabe-se lá o que para que ele rompesse a aliança PT-PSB que mantinha conosco desde 2008 (que o elegeu, diga-se de passagem) e excluísse o PT da vice em sua chapa em BH.
Uma das razões para o tutor Aécio forçar o tutelado Mácio Lacerda a romper a aliança, sabe-se, é sua candidatura a presidente da República em 2014, que exige hegemonia política total pelo menos em Minas Gerais. E que Aécio não conquistará, dentre outras razões porque deixou o Estado falido para o sucessor que elegeu, o governador, também tucano, Antônio Anastasia. Já Haddad caminha para a conquista de céu de brigadeiro na rota final de chegada ao 1º turno.
O oposto da dupla José Serra e seu principal apoiador, o prefeito paulistano Gilberto Kassab (ex-DEM-PSDB,hoje PSD). José vive seu pior momento com o forte crescimento da rejeição a sua candidatura e o abandono pelos candidatos a vereador. Eles já tentam descolar sua imagem da de Serra, não pedem mais votos para ele e omitem seu nome em panfletos e material de campanha.
José e Kassab, na marcha inexorável para uma derrota histórica
José e Kassab vão ao encontro de uma derrota histórica pela reprovação à gestão Kassab; o desejo da população de mudança na Prefeitura; a desconfiança de 2/3 do eleitorado de que José eleito abandonaria de novo o governo municipal; e a rejeição a ele, hoje já na casa de 50% entre os jovens, e crescendo no eleitorado mais conservador.
Nas quatro semanas que nos restam até o 1º turno, a questão é saber quem representará o desejo de mudança do eleitor e cidadão paulistano — Russomanno ou Haddad. Pelas pesquisas Datafolha e IBOPE, mais a avaliação dos programas de campanha no rádio e TV, hoje Russomanno com 31% de intenções de voto, ainda está em 1º lugar no imaginário do eleitor.
Mas, as pesquisas também sinalizam claramente o crescimento de Haddad e que a força eleitoral do PT, do ex-presidente Lula e da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que entrou na campanha, o credencia para disputar o 2º turno com Russomanno.
Melhor. Agora que José Serra viajou de vez num ônibus, com essa sua história da qual ele vem reclamando, de que os adversários estão propalando nos coletivos da capital que ele deixaria a prefeitura de novo caso se elegesse. Não tem mais jeito. A candidatura José perdeu de vez o rumo e a rota.
Postado por
Vicente Cidade
por Zé Dirceu, em seu blog (03.09.2012), sugerido pela MVM News
Tendência consolidada – confirmada pelas pesquisas IBOPE de 6ª feira pp. e Datafolha da 5ª feira – a candidatura tucana de José Serra (PSDB-DEM-PV) embicou para o despenhadeiro de queda contínua na intenção de voto e da rejeição crescente.
Assim, a eleição em Sampa caminha para uma disputa entre os concorrentes do PRB, ex-deputado Celso Russomanno e o nosso candidato, ex-ministro da Educação, Fernando Haddad (PT-PCdoB-PSB-PP). Tudo indica, teremos um 1º e 2º turno diferentes, não mais com aquela tradicional polarização PT x PSDB que marca as eleições em São Paulo desde o final da década de 80.
José Serra continua caindo e já esta empatado de fato – e não apenas tecnicamente – com Haddad, ambos com 18% nas pesquisas diárias. Elas indicam que o candidato do PMDB, deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) tende a crescer um pouco e Haddad vai se aproximar de Russomanno que tem cerca de 30% no IBOPE e no Datafolha.
O petista tende a chegar ao 1º turno dia 7 de outubro com a preferência de 1/3 do eleitorado paulistano, a votação tradicional do PT na capital e no Estado na 1ª etapa da disuta. Na 2ª, dia 28 de outubro, no segundo turno, Haddad ganha.
O PSDB é alijado do poder em todo o Sul e Sudeste
Com a derrota tucana previsível na maior capital do país, o PSDB caminha para não governar nenhuma cidade das regiões Sul-Sudeste. Dai a explicação para a pressão que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) exerceu sobre o prefeito candidato à reeleição em Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB-PSDB), prometendo sabe-se lá o que para que ele rompesse a aliança PT-PSB que mantinha conosco desde 2008 (que o elegeu, diga-se de passagem) e excluísse o PT da vice em sua chapa em BH.
Uma das razões para o tutor Aécio forçar o tutelado Mácio Lacerda a romper a aliança, sabe-se, é sua candidatura a presidente da República em 2014, que exige hegemonia política total pelo menos em Minas Gerais. E que Aécio não conquistará, dentre outras razões porque deixou o Estado falido para o sucessor que elegeu, o governador, também tucano, Antônio Anastasia. Já Haddad caminha para a conquista de céu de brigadeiro na rota final de chegada ao 1º turno.
O oposto da dupla José Serra e seu principal apoiador, o prefeito paulistano Gilberto Kassab (ex-DEM-PSDB,hoje PSD). José vive seu pior momento com o forte crescimento da rejeição a sua candidatura e o abandono pelos candidatos a vereador. Eles já tentam descolar sua imagem da de Serra, não pedem mais votos para ele e omitem seu nome em panfletos e material de campanha.
José e Kassab, na marcha inexorável para uma derrota histórica
José e Kassab vão ao encontro de uma derrota histórica pela reprovação à gestão Kassab; o desejo da população de mudança na Prefeitura; a desconfiança de 2/3 do eleitorado de que José eleito abandonaria de novo o governo municipal; e a rejeição a ele, hoje já na casa de 50% entre os jovens, e crescendo no eleitorado mais conservador.
Nas quatro semanas que nos restam até o 1º turno, a questão é saber quem representará o desejo de mudança do eleitor e cidadão paulistano — Russomanno ou Haddad. Pelas pesquisas Datafolha e IBOPE, mais a avaliação dos programas de campanha no rádio e TV, hoje Russomanno com 31% de intenções de voto, ainda está em 1º lugar no imaginário do eleitor.
Mas, as pesquisas também sinalizam claramente o crescimento de Haddad e que a força eleitoral do PT, do ex-presidente Lula e da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que entrou na campanha, o credencia para disputar o 2º turno com Russomanno.
Melhor. Agora que José Serra viajou de vez num ônibus, com essa sua história da qual ele vem reclamando, de que os adversários estão propalando nos coletivos da capital que ele deixaria a prefeitura de novo caso se elegesse. Não tem mais jeito. A candidatura José perdeu de vez o rumo e a rota.
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