O que eles disseram.

 

O que ele disse


"O tempo vai se encarregar de provar que o mensalão, você teve praticamente 80% de decisão política e 20% de decisão jurídica. O que eu acho é que não houve mensalão. Eu também não vou ficar discutindo a decisão da Suprema Corte. Eu só acho que essa história vai ser recontada. É apenas uma questão de tempo, e essa história vai ser recontada para saber o que aconteceu na verdade."
Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República, em entrevista à TV portuguesa RTP.


O que ele disse


"O juízo de valor emitido pelo ex-chefe de Estado não encontra qualquer respaldo na realidade e revela pura e simplesmente sua dificuldade em compreender o extraordinário papel reservado a um Judiciário independente em uma democracia verdadeiramente digna desse nome."
[...]
"Lamento profundamente que um ex-presidente da República tenha escolhido um órgão da imprensa estrangeira para questionar a lisura do trabalho realizado pelos membros da mais alta Corte do país."
Joaquim Barbosa, ministro-presidente do Supremo Tribunal Federal, rebatendo declarações do ex-presidente Lula de que o julgamento dos réus do mensalão foi "80% de decisão política e 20% de decisão jurídica".

O que ela disse


"Ninguém vai me separar do Lula nem ele vai se separar de mim. Sei da lealdade dele a mim e ele da minha lealdade a ele. Conheço o Lula desde 2000 e tenho uma convivência direta com ele desde 27 de abril de 2005."
Dilma Rousseff, presidente da República, a um grupo de jornalistas de Esportes dos principais jornais e redes de TV, no Palácio Alvorada, em Brasília.
disseram 

2014: as possibilidades do candidato Helder Barbalho.

em por Edir Veiga 26 de abril, 2014 - 

O PMDB, após ficar 20 anos longe da cabeça do governo do estado do Pará, aposta todas as fichas em retomar o comando político e administrativo do estado. O objetivo desta breve análise é tentar apresentar um conjunto de argumentos que possam estabelecer parâmetros para projetarmos as possibilidades do PMDB nestas eleições.
O jovem político Helder Barbalho é o encarregado de entrar na arena eleitoral com a finalidade de enfrentar e derrotar o longevo projeto tucano que há 16 comanda o estado e que busca um quinto mandato, com o governador Jatene procurando ser o primeiro governador da era democrática-popular a ficar por três governos ou 12 anos, à frente do executivo estadual.
As possibilidades competitivas de Helder Barbalho se assentam em quatro eixos: O peso político do ex-governador Jáder Barbalho; Os   resultados de seus 8 anos de governo na segunda maior cidade do Pará, Ananindeua; A máquina midiática representada pela holding RBA; Uma grande coalizão eleitoral tendo à frente PMDB/ PT.
Sem dúvida nenhuma, já é perceptível a relação entre o eleitorado e a marca administrativa e carismática do ex-governador Jáder nas intenções de voto destinadas ao candidato Helder Barbalho. Nos testes eleitorais que fiz no ano passado, quando apresentava-se ao entrevistado listas estimuladas, com  alternâncias entre o nome de Jáder e  Helder, o percentual de intenção de voto estadual era semelhante. Ou seja, Helder já sairá na corrida eleitoral com pelo menos  15% de intenção de voto, repassados pelo ex-governador Jáder.
A passagem de Helder pelo governo de Ananindeua, deram-lhe currículo para apresentar de forma inquestionável o requisito da experiência administrativa como executivo municipal. Helder ao final de seu governo, apresentou dados não questionados publicamente pela oposição em Ananindeua a respeito de seus dois mandatos.
Tais resultados de governo englobam ações em saúde, educação, esgoto sanitário, habitação popular. Veja aqui o balanço do governo Helder, apresentado quando do final de seu governo:
http://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-181811-.html
Sem dúvida nenhuma, o grupo RBA de comunicação veio construindo a imagem do ex prefeito de Ananindeua nos últimos 14 anos e hoje, apesar de Helder nunca ter disputado cargos majoritários de âmbito estadual, já é bem conhecido em todo o território paraense, principalmente, neste momento, onde apresenta um programa numa rádio de grande audiência em todo o Pará.  A RBA atua afirmando o nome Helder e desconstruindo a imagem das candidaturas adversárias.
A coalizão construída, com várias siglas, tendo à frente o Partido dos Trabalhadores, representa uma musculatura respeitável, tendo em conta que este partido tem implantação sólida em quase todos os municípios paraenses possuindo um cartel de quase trinta prefeitos, que somados com a base local do PMDB, representam uma variável que pode ter um grande significado na estruturação municipal e regional da candidatura pemedebista.
Ninguém pode  negar que existe uma base de apoio logístico, partidário, parlamentar e de máquinas municipais, que colocam Helder Barbalho como favorito, neste momento, para ser um dos desafiantes em segundo turno das eleições governamentais paraense. Ademais, Helder ainda conta com o longo e cansativo período de governo tucano no Pará e com uma percepção popular acerca do desempenho do atual governador que varia de   Regular para Ruim, do que Boa.
Porém, Helder não tem apenas aspectos positivos nesta sua corrida rumo ao palácio dos despachos. Helder também convive  com  4 variáveis centrais que podem comprometer sua caminhada rumo ao governo do Pará:  A grande rejeição eleitoral na região metropolitana, para cargos de mando, do ex-governador Jáder Barbalho; A percepção popular negativa de seu desempenho à frente do governo de  Ananindeua;  A previsível ausência da militância petista no entorno de sua candidatura; A possível caminhada descendente da candidatura Dilma, nestas eleições.
Todas as  pesquisas  realizadas até o ano passado, revelavam  que Jáder Barbalho, de saída, não tem menos de 20% de rejeição perante o eleitorado da região metropolitana. Este percentual tende a duplicar quando os adversários reavivam a memória popular sobre as acusações que pesam sobre o ex-governador Jáder. É só lembrarmos da última eleição de 2012 em Belém, quando o candidato do PMDB, José Priante ocupava o segundo lugar nas pesquisas e, no momento em que o candidato Arnaldo Jordy, ferido com os ataques que lhes foram desferidos pelo grupo RBA naquele pleito, relembrou a ligação familiar entre Jáder e Priante. O candidato pemedebista, despencou, em duas semanas, para o quinto lugar nas preferências populares.  Portanto, para o bem ou para o mal, Jáder estará presente em todas as fases desta campanha, potencializando ou não, os destinos eleitorais de seu filho Helder Barbalho. Lembremos, que a massa de eleitores fiéis de Jáder, já está quase toda desaparecida, devido à  mudança geracional.
Quando Helder saiu do governo de Ananindeua em 2012, existia um paradoxo. Helder apresentava publicamente resultados de governo convincente. Pelo menos ninguém da oposição contestou. Mas a percepção da população de Ananindeua, sobre o governo Helder, caminhava em sentido contrário, ou seja, a população concedia a Helder um percentual elevado e dominante de avaliação negativa sobre o seu governo. Este é o problema também enfrentado hoje pelo atual governador do Pará.  E não tenhamos dúvida.  A gestão Helder em Ananindeua estará em debate nestas eleições, seus opositores trarão este tema para o palanque eletrônico. Como a população sempre, em eleições para executivo, leva em conta a qualidade passada de um chefe de executivo, Helder poderá enfrentar grandes revezes nas intenções de votos. Assim funciona a democracia.
Em todas as “rodadas bem informadas”, da intelectualidade progressista e de esquerda, venho fazendo pesquisas qualitativas. E em todas as avaliações, a grande maioria aposta de que a militância petista das tendências não irão para as ruas vestindo a camisa de Helder Barbalho. A razão é simples: O PT chamou Jáder de ladrão durante mais de 20 anos de sua existência. E até agora, a direção petista ainda não explicou o porquê, de ter mudado tão radicalmente sua avaliação em torno do nome de Jáder e de sua herança política. E todos perguntam: Quem caminhará com Helder nas periferias de Belém? E pelo interior do estado? Normalmente, o PT adora receber apoio eleitoral, mas não gosta de fazer campanha para candidato majoritário de outro partido.
Outra variável, de ordem política, que poderá estar influenciando diretamente a campanha eleitoral do candidato Helder Barbalho rumo ao governo do Pará, serão as possibilidades eleitorais da candidata Dilma Roussef. Apesar de Dilma vir liderando a corrida presidencial, muitos sinais de alerta vêm emergindo nesta conjuntura pré-eleitoral.
Em todas as pesquisas, dois terços dos eleitores de Dilma querem mudanças nos rumos de governo. Como os candidatos Aécio Neves e Eduardo Campos ainda são desconhecidos do eleitorado brasileiro, afinal, estes nunca disputaram uma eleição presidencial, este mesmo eleitorado que é crítico ao governo Dilma, ainda não vislumbra outra alternativa real de governo. Mas esta percepção tende a mudar, quando iniciar o horário eleitoral gratuito na televisão.
O governo Dilma está com três marcas altamente negativas que podem comprometer sua eleição nos próximos meses:  O escândalo de Pasadena-Petrobrás; Os indicadores econômicos que apontam para a inflação e para a piora das contas públicas e da balança comercial com a estagnação do crescimento do Produto Interno Bruto-PIB; E a marca negativa que hoje representa para o governo Dilma, a copa do mundo, com seus custos bilionários e os escândalos de superfaturamento nas obras em curso.
Todos este fatores tendem a colocar a candidata Dilma em descenso nas preferências, nos últimos dias da  campanha eleitoral e, com ela devem descer, ladeira abaixo, quem estiver com estratégias eleitorais, ancorada na candidata petista. Tudo isso sem falar que o PT caminha para o quarto mandato consecutivo. O natural cansaço democrático, produzido pelo continuísmo, normalmente, exige, na percepção popular, alternância de governo.
Poderemos, também, assistir a revolução do voto, que se iniciou nas ruas, com os protestos de 2013, que pode levar para a cova as candidaturas de quem estiver no exercício de mandato, seja ele presidente ou governador. O povo exige o funcionamento de serviços públicos nos estados e municípios brasileiros e a transparência das atividades políticas.
Será desta equação entre pontos positivos e negativos, é que emergirão as possibilidades eleitorais do candidato Helder Barbalho.  Mas sem dúvida, a grande coalizão partidária que sustentará a candidatura Helder e o elevado tempo na TV, o tornam altamente competitivo. Caso as eleições fossem hoje, Helder estaria, seguramente no segundo turno.
Tenho dito.

2014: as possibilidades eleitorais do PSDB no Pará

em por Edir Veiga 19 de abril, 2014 

A partir desta semana começarei a apresentar  breves análises em torno das possibilidades eleitorais dos principais candidatos ao governo do Pará: Jatene, Helder e Dudu. De início, quero alertar de que não pretendo me  ater aos aspectos morais desabonadores que regem  os discursos apaixonados de apoiadores e opositores de cada candidato. Quem oferece denúnciia por atos de peculato é o Ministério Público e quem julga é o poder judiciário. Parece-me que nenhum dos três candidatos tem processo transitado em julgado, portanto, ninguém ainda foi considerado culpado pela justiça.

SIMÃO JATENE.
Caso este professor da UFPA venha a ser candidato podemos concluir de que o PSDB tem um candidato competitivo ao governo do estado.  É competitivo porque conta com o direito à reeleição sem deixar o cargo. É competitivo porque conta com a máquina de patronagem estadual, que é um importante diferencial perante seus opositores.
 É competitivo porque contará com pelo menos cinco partidos com boa representação no congresso nacional: PSDB, DEM, PPS, PP e PSD, o que lhe renderá um ótimo tempo de TV. É competitivo porque poderá contar com o apoio de pelo menos 50 prefeitos municipais. É competitivo porque conta com as verbas de publicidade que poderão amplificar os resultados de governo perante à sociedade.
Mas o governador Jatene, não conta apenas com a máquina de patronagem  e com apoio partidário e de prefeitos. Jatene também tem um razoável capital político em obras e serviços, que se bem “aproveitados” poderão servir como mote para apresenta-lo como um razoável realizador num contexto de convivência com a indiferença do governo federal petista.
Ninguém pode negar de que o governo Jatene tem obras que, bem divulgadas, poderão convencer boa parte da opinião pública e do eleitor  mediano de que o atual governador  fez o melhor que pode à frente do atual governo, tais como: Equipar e  colocar para funcionar os cinco hospitais regionais. Extenso trabalho de asfalto das rodovias estaduais. Expansão de máquinas de hemodiálise pelo estado. Implantação de novos leitos hospitalares. Construção de pelo menos mais dois novos hospitais de retaguarda. Implantação de um novo terminal de embarque e desembarque na capital. Construção de infraestrutura cultural em Santarém e Marabá. Instalação de políticas de enfrentamento preventivo e coercitivo à criminalidade através da instalação das Unidades Integradas  Pró Paz-  UIPP. Ampliação da receita estadual através da taxa mineral
Além destas obras executadas, ainda podemos encontrar uma resumida prestação de contas do governo em: http://www.agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=67013. Ou seja, dizer que Jatene não fez nada, não representa a verdade dos fatos, e por certo, com a propaganda na TV, a população ficará a par destas realizações, ou seja, este não é um flanco de ataque  tão fragilizado, como pensa a oposição.
Mas Simão Jatene, mesmo com todo este cartel de obras e serviços enfrenta enormes problemas que colocam em risco sua reeleição, qual sejam: cansaço do eleitor com um possível terceiro mandato de Jatene no Pará. O discurso da panelinha, se bem utilizado deverá “pegar”.
A conjuntura nacional de repulsa a quem governa, demonstrado pelas mobilizações espontâneas de junho de 2013. A falência dos serviços públicos na esfera municipal e estadual, ou seja, quem for governo deverá entrar na linha de “tiro” do eleitorado em 2014. A rejeição à forma tradicional de fazer política, sem transparência pública e sem  controle social e institucional.
Mas o governador do PSDB deverá enfrentar outras fontes  de dificuldades representadas por variáveis de ordem política, tais, como: ter perdido o apoio do partido mais implantado em nível municipal, que é o PMDB. Ter  contra sí a máquina midiática do poderoso grupo RBA de comunicações. Estar o Partido dos Trabalhadores- PT alinhado na oposição ao governo Jatene e na coligação oposicionista junto com o PMDB.
Outro fato relevante que coloca em risco uma possível reeleição do governador Simão Jatene é a problemática envolvendo enorme rejeição nas regiões sul, sudeste e oeste do Pará, tendo em conta o ressentimento daquele eleitorado com a derrota no plebiscito que pretendia esquartejar o Pará, e que vem sendo bem estimulado, pelos partidos e políticos que lhe são opositores.
E, para gerar grandes preocupações no ninho tucano paraense, as últimas pesquisas tem revelado um baixo índice de avaliação positiva, perante à percepção popular, que estaria  abaixo de 30% de avaliação BOA/ÓTIMA.  E para piorar o humor tucano, a entrada do ex-prefeito Duciomar Costa na corrida eleitoral, significa perda de voto, nas “cidadelas” tucanas representadas pela região metropolitana e nordeste do Pará.
Variáveis de ordem conjuntural psicológica como a falência dos serviços públicos. O “racha”   na base aliada do governo tucano, representada pela saída do PMDB do arco de aliança. A aliança PMDB/PT. A candidatura Dudu. A  secessão no sul, sudeste e oeste do Pará. E, a longa permanência dos tucanos no governo do Pará, colocam a tendência estrutural de derrota tucana nas eleições de 2014 no Pará. Mas,  é somente tendência.  Os quadros tucanos poderão, com  estratégia política e midiática competente reverter este quadro que hoje lhes parece adverso.´
Eu diria que  Jatene deve sair em primeiro lugar no primeiro turno, e suas possibilidades de vitória aumentariam caso seu adversário fosse Helder e que o candidato tucano viesse a contar com a adesão militante do candidato Dudu em seu apoio no segundo turno. Portanto, a sobrevivência de um eventual governo tucano a partir de 2015 no Pará, se potencializaria com a passagem de Helder ao segundo turno.
Mas para Jatene contar com um eventual apoio de Dudu em segundo turno, duas coisas teriam de acontecer: 1-Dudu não passar ao segundo turno, e 2- Jatene convencer Dudu a apoiá-lo num eventual segundo turno. Caso o planalto entre no jogo, dificilmente Dudu cambaria para o governo tucano. Claro, tudo vai depender do nível da campanha em primeiro turno. Dudu neste momento seria a noiva mais desejada da competição política do Pará em 2014.
Por incrível que pareça, Dudu poderia ser a solução dos problemas do PSDB em segundo turno, mas poderia ser o verdugo tucano, caso o ex-prefeito de Belém passe ao segundo turno, porque não se pode imaginar o apoio do PMDB ou PT ao tucanato em um eventual segundo turno no Pará em 2014. Quem fizer mais política no primeiro turno nas eleições de 2014 poderá colher os frutos em segundo turno.

A oposição ataca Prefeito e Governador do Estado.

CUIDADO GOVERNADOR VOCÊ JÁ NÃO ESTÁ MUITO BEM NA REGIÃO DEPOIS QUE DECLAROU VOTO CONTRA A CRIAÇÃO DO ESTADO DO TAPAJÓS.
Foto: COMO FALEI AINDA HÁ POUCO , A PANFLETAGEM CORRE SOLTA NA CIDADE , AINDA HÁ POUCO  TIVE ACESSO A UMA DAS FOLHAS QUE CIRCULAM PELO BOSQUE ,  (QUE É O " CENTRO NEVRÁLGICO " DA CIDADE. ) COMENTANDO COM FEIRANTES E TRANSEUNTES QUE PARAVAM E COMENTAVAM TAMBÉM , SOBRE  AS MAIS NOVAS NOTÍCIAS  QUE  CIRCULAM DE BOCA EM BOCA . NADA COMO O PRÓPRIO POVO , PARA DIVULGAR , COMENTAR E AVALIAR OS DESMANDOS  OU OS ATOS E FATOS DO GOVERNO , PRINCIPALMENTE NA ESFERA  : M U N I C I P A L  , POIS  SENTE DIRETAMENTE  NA PRÓPRIA PELE , NO PRÓPRIO BOLSO , POIS " SALTAM AOS OLHOS DE TODOS "  SÓ NÃO AOS OLHOS DOS CEGOS E OBTUSOS QUE FINGEM NÃO VER , OU NÃO VÊEM PORQUE NÃO QUEREM .( AÍ,  CITE-SE O EVANGELHO DA TRAVE NO OLHO , QUANDO DO CISCO NO OLHO DE OUTREM...) PORTANTO  VEJAM -  VIDE - LEIA-SE E  COMENTE-SE , PARA TIRAR SUAS CONCLUSÕES..COMO FALEI AINDA HÁ POUCO , A PANFLETAGEM CORRE SOLTA NA CIDADE , AINDA HÁ POUCO TIVE ACESSO A UMA DAS FOLHAS QUE CIRCULAM PELO BOSQUE , (QUE É O " CENTRO NEVRÁLGICO " DA CIDADE. ) COMENTANDO COM FEIRANTES E TRANSEUNTES QUE PARAVAM E COMENTAVAM TAMBÉM , SOBRE AS MAIS NOVAS NOTÍCIAS QUE CIRCULAM DE BOCA EM BOCA . NADA COMO O PRÓPRIO POVO , PARA DIVULGAR , COMENTAR E AVALIAR OS DESMANDOS OU OS ATOS E FATOS DO GOVERNO , PRINCIPALMENTE NA ESFERA : M U N I C I P A L , POIS SENTE DIRETAMENTE NA PRÓPRIA PELE , NO PRÓPRIO BOLSO , POIS " SALTAM AOS OLHOS DE TODOS " SÓ NÃO AOS OLHOS DOS CEGOS E OBTUSOS QUE FINGEM NÃO VER , OU NÃO VÊEM PORQUE NÃO QUEREM .( AÍ, CITE-SE O EVANGELHO DA TRAVE NO OLHO , QUANDO DO CISCO NO OLHO DE OUTREM...) PORTANTO VEJAM - VIDE - LEIA-SE E COMENTE-SE , PARA TIRAR SUAS CONCLUSÕES..
— com José Da Costa Alves e Vilma Araujo de Sousa.

Caso Monte Alegre.

  Na noite de terça-feira, 8, a Comissão Processante da Câmara Municipal de Monte Alegre, que apurava as denúncias de suposto pagamento indevido feito pela Prefeitura municipal a empresa EDEME, concluiu os trabalhos, estando agora para serem julgados pelos vereadores do município se vão ou não CASSAR o prefeito Sérgio Monteiro (PT).

O presidente da câmara de Monte Alegre, Anselmo Picanço, marcou para a próxima terça-feira, 15, o julgamento do processo em que, após a avaliação dos vereadores eles decidirão por votação se o prefeito Sérgio Monteiro permanece ou é CASSADO do cargo.

Na terça-feira será apresentado o relatório da Comissão Pro cessante no plenário da câmara, em seguida será colocado em votação onde, se dos 15 vereadores 10 votarem a favor da CASSAÇÃO o prefeito terá que deixar o cargo. Se a oposição OBTIVER apenas 9 votos favoráveis, o prefeito permanece no cargo e o processo é arquivado.

De acordo com os vereadores da Comissão, o prefeito Sérgio Monteiro, simplesmente ignorou a comissão dos vereadores e não compareceu nas reuniões marcadas para prestar esclarecimento sobre o caso. No processo não há a defesa do prefeito muito menos as testemunhas dele, apenas os esclarecimentos das testemunhas de acusação.

A Comissão Processante da Câmara Municipal foi formada pelas vereadoras Lúcia Braga, Catarina Magalhães e pelo vereador Sady Dall Agnol.



  • Foto: AFASTADO

O Prefeito Sérgio Monteiro acabou de ser afastado do cargo pela Câmara de Vereadores.

Foi protocolada no dia 16 de abril de 2014 uma denúncia formulada pela cidadã RAIMUNDA VILMA ARAÚJO DE SOUZA, relatando fatos tidos como praticados pelo senhor Prefeito Municipal em desacordo com disposição legal, precisamente contra o Decreto-Lei nº 201/67, juntando as provas que segundo a denúncia comprovam a ilegalidade de tais atos.

A denúncia em questão trata da obra da Escola Dr. Gama Malcher que tem como valor R$ 523.508,73 (quinhentos e vinte e três mil, quinhentos e oito reais e setenta e três centavos).

Os vereadores presentes na sessão e que votaram pelo afastamento do prefeito foram: Anselmo Raimundo Corrêa Picanço, Leonardo Albarado, Marly Vasconcelos, Arinos de Brito Chaves, France Vasconcelos, Jezreel Meireles, Sady Dall Agnol, Lúcia Braga, Catarina Magalhães e José Bento da Silva Filho.

A Comissão Processante foi formada pelos seguintes vereadores: Zeca Bento, Marinete Macedo e Ádson Leão. PREFEITO DE MONTE ALEGRE CONSEGUE LIMINAR JUDICIAL IMPEDINDO SUA CASSAÇÃO PELA CÂMARA

O prefeito de Monte Alegre, Sérgio Monteiro, conseguiu uma liminar judicial que impede a câmara municipal realizar sessão nesta terça-feira, 15, onde seriam votados pelos vereadores se cassariam ou não o mandato do prefeito. O Pedido de Liminar foi deferido nesta segunda-feira, 14, pelo juiz titular da Comarca de Monte Alegre, Dr. Thiago Tapajós Gonçalves, que determina a ‘imediata suspensão do processo administrativo da Comissão Processante instituída pela câmara Municipal, nº 001/2014, bem como o efeito de qualquer ato praticado após o recebimento da denúncia”, ou seja, todos os trabalhos da Comissão Processante da câmara municipal que apurou o suposto pagamento indevido feito pela Prefeitura municipal a empresa EDEME, foram anulados pela justiça e colocado sem efeito os trabalhos feitos pelos vereadores: Lúcia Braga, Catarina Magalhães e Sady Dall Agnol.

O juiz determinou que sejam notificadas as autoridades impetradas para num prazo de dez dias prestem as informações que julgarem necessárias e que, após esse prazo, com ou sem resposta, sejam encaminhados ao Ministério Público para examinar e dar seu parecer sobre as denúncias.

No pedido de Liminar dos advogados do prefeito Sérgio Monteiro, foi argumentado que, a denúncia pelo princípio da simetria deveria ter sido acatada pelo menos no mínimo 2/3 dos vereadores, que seria 10 votos dos vereadores pelo acatamento.

A Câmara municipal de Monte Alegre entrou com pedido junto ao Tribunal de Justiça do Estado, alegando ‘agravo de instrumento’, por entender que o ato dos vereadores municipais estão de acordo com o decreto da Constituição Federal, pois nenhum dos dispositivos do decreto foi derrogado pelo supremo. Se o Tribuna de Justiça do Estado expedir liminar até às 19h, concedendo a Câmara Municipal a prosseguir com seus trabalhos normais, a sessão da câmara ocorrerá nesta terça-feira, 15, onde estará em pauta o relatório da Comissão Processante que será colocado em votação, em que, se dos 15 vereadores 10 votarem a favor da cassação, o prefeito Sérgio Monteiro terá que deixar o cargo. Se a oposição for apenas 9 votos favoráveis, o prefeito permanece no cargo e o processo é arquivado.





  • AFASTADO

O Prefeito Sérgio Monteiro acabou de ser afastado do cargo pela Câmara de Vereadores.

Foi protocolada no dia 16 de abril de 2014 uma denúncia formulada pela cidadã RAIMUNDA VILMA ARAÚJO DE SOUZA, relatando fatos tidos como praticados pelo senhor Prefeito Municipal em desacordo com disposição legal, precisamente contra o Decreto-Lei nº 201/67, juntando as provas que segundo a denúncia comprovam a ilegalidade de tais atos.

A denúncia em questão trata da obra da Escola Dr. Gama Malcher que tem como valor R$ 523.508,73 (quinhentos e vinte e três mil, quinhentos e oito reais e setenta e três centavos).

Os vereadores presentes na sessão e que votaram pelo afastamento do prefeito foram: Anselmo Raimundo Corrêa Picanço, Leonardo Albarado, Marly Vasconcelos, Arinos de Brito Chaves, France Vasconcelos, Jezreel Meireles, Sady Dall Agnol, Lúcia Braga, Catarina Magalhães e José Bento da Silva Filho.

A Comissão Processante foi formada pelos seguintes vereadores: Zeca Bento, Marinete Macedo e Ádson Leão.

Tentativa de golpe em Monte Alegre.



Minha total solidariedade ao Prefeito e companheiro Sérgio Monteiro, pois ontem o que presenciamos foi um ato covarde do único vereador do PT, “Zeca Bento”, ter se aliado àqueles que acabaram com o município durante décadas. Não sei os motivos que o levarão a votar junto à bancada de oposição ou da própria presidente do STTTR, que por sinal, é ligada ao PT, também entrar com um pedido de CPI contra o atual governo. Como militante do PT juro que não consigo entender como somos capazes de sermos piores que nossos adversários no jogo político e não conseguimos dialogar internamente de forma que possamos melhorar a vida das pessoas, com uma oposição interna dessas, nossos inimigos de classes não precisam nem se preocupar... Isso é uma vergonha! Precisamos refletir melhor sobre o que estamos fazendo. Estamos elegendo vereadores somente pra dizermos que temos “tantos parlamentares” ou “tantos gestores no estado”. Projeto que é bom para os municípios nem pensar; dialogar com a instância partidária então, nem se fala. O dito vereador mostrou ontem que não tem projetos, dialogo e companheiros e companheiras comprometidos com o povo, com o PT e com a nossa historia; Isso dificilmente isso é uma vergonha! Eu sou do PT e estou tranquilo, pois o que vi na câmara ontem foi apenas um grupo que a meu ver conseguiu capturar um vereador que é do mesmo partido do prefeito e que por algum motivo escuso deixou de apoio o atual governo. Triste pra o vereador que mancha sua história em prol de um grupo que já governou Monte Alegre e que ainda não conseguiu aceitar a decisão da justiça; mas isso é parte do jogo político e democrático, cada um joga com as armas que tem. Ontem o atual gestor perdeu uma batalha, mas a guerra está só começando.

Jatene com a faca e o queijo na mão. Ou não.


Da leitora que se intitula Professora Joana D'Arco, sobre a postagem Reeleição de Duciomar foi a opção pelo pior:

Legal lembrar dos canalhas que mandam no poder no Pará, e ainda inferir sobre o voto errado - nesse aspecto não concordo, pois o eleitor vota na melhor opção para ele, e quem for mais realizador no sentido de trazer mais bens e serviços públicos é melhor avaliado. Por isso, quem tem a máquina sai sempre na vantagem, mas quando esta se mostra ineficiente e má administrada, torna-se um estorvo.
O caso Ana Júlia é emblemático, porém o fenômeno se reproduz no microcosmo do município. Sem a percepção de benefícios dados por um governo, o eleitor pode arriscar; sentindo a melhoria, permanece.
O PT, Lula e Dilma bem o sabem o valor do uso político da máquina, ainda que na atual modalidade esteja a caminho da desestruturação do país; mas ganham a eleição.
E por aqui? Jatene teve e talvez ainda tenha a faca e o queijo em suas mãos, a depender do uso e dos resultados eleitorais que alcançará.
Helder tem uma chance, igual à que Jatene teve com Ana Júlia, se o governador não conseguir alavancar a confiança no eleitor e mostrar seu legado nesses quatro anos - o que Ana não conseguiu à sua época - para o paraense. Aí o PMDB e Jáder Barbalho voltariam a governar o Pará.
Mas e a entrada de Duciomar, é um blefe ou de verdade? Se é real sua candidatura, todos devem estar fazendo pesquisas agora e conversando com ele, pois se Duciomar ficar em último lugar dos três, ironicamente, pode ser o fiel da balança em outubro.
Alea jact est.

Gisely Mendes a estrela do Murinin

  Há 30 anos se inicia uma linda história de amor ao próximo,dado início pela saudosa Dona Alda Mendes,uma grande mulher guerreira que se fo...