segunda-feira, 31 de março de 2014

Em Monte Alegre as coisas vão ser mais ou menos assim.

Possibilidade de "corpo mole" preocupa petistas


Petistas há que, desde logo, estão com um pé atrás - senão com os dois -, selada a aliança com o PMDB no primeiro turno das eleições de outubro, no Pará.
Vários deles, integrantes da turma que apoia a composição em que o peemedebista Helder Barbalho seria o candidato ao governo e o petista Paulo Rocha ao Senado, temem que a militância histórica - aquela que vai para as ruas, bandeiras em punho, sem ganhar um tostão sequer - se ponha de molho.
Em outras palavras, e para falar no português - de Portugal e do Brasil -, temem muitos petistas que companheiros insatisfeitos com a aliança façam corpo mole.
Tudo vai depender, acredita-se, na forma como forem conduzidos os debates referentes à aliança. Debates que estão se encaminhando para a reta final, vale dizer.
Se as acusações de parte a parte deixarem, como se diz, feridas abertas que não cicatrizarem até o início do segundo semestre, é muito provável que o corpo mole domine a militância petista no Estado.

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