quarta-feira, 30 de abril de 2014

2014: as possibilidades do candidato Helder Barbalho.

em por Edir Veiga 26 de abril, 2014 - 

O PMDB, após ficar 20 anos longe da cabeça do governo do estado do Pará, aposta todas as fichas em retomar o comando político e administrativo do estado. O objetivo desta breve análise é tentar apresentar um conjunto de argumentos que possam estabelecer parâmetros para projetarmos as possibilidades do PMDB nestas eleições.
O jovem político Helder Barbalho é o encarregado de entrar na arena eleitoral com a finalidade de enfrentar e derrotar o longevo projeto tucano que há 16 comanda o estado e que busca um quinto mandato, com o governador Jatene procurando ser o primeiro governador da era democrática-popular a ficar por três governos ou 12 anos, à frente do executivo estadual.
As possibilidades competitivas de Helder Barbalho se assentam em quatro eixos: O peso político do ex-governador Jáder Barbalho; Os   resultados de seus 8 anos de governo na segunda maior cidade do Pará, Ananindeua; A máquina midiática representada pela holding RBA; Uma grande coalizão eleitoral tendo à frente PMDB/ PT.
Sem dúvida nenhuma, já é perceptível a relação entre o eleitorado e a marca administrativa e carismática do ex-governador Jáder nas intenções de voto destinadas ao candidato Helder Barbalho. Nos testes eleitorais que fiz no ano passado, quando apresentava-se ao entrevistado listas estimuladas, com  alternâncias entre o nome de Jáder e  Helder, o percentual de intenção de voto estadual era semelhante. Ou seja, Helder já sairá na corrida eleitoral com pelo menos  15% de intenção de voto, repassados pelo ex-governador Jáder.
A passagem de Helder pelo governo de Ananindeua, deram-lhe currículo para apresentar de forma inquestionável o requisito da experiência administrativa como executivo municipal. Helder ao final de seu governo, apresentou dados não questionados publicamente pela oposição em Ananindeua a respeito de seus dois mandatos.
Tais resultados de governo englobam ações em saúde, educação, esgoto sanitário, habitação popular. Veja aqui o balanço do governo Helder, apresentado quando do final de seu governo:
http://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-181811-.html
Sem dúvida nenhuma, o grupo RBA de comunicação veio construindo a imagem do ex prefeito de Ananindeua nos últimos 14 anos e hoje, apesar de Helder nunca ter disputado cargos majoritários de âmbito estadual, já é bem conhecido em todo o território paraense, principalmente, neste momento, onde apresenta um programa numa rádio de grande audiência em todo o Pará.  A RBA atua afirmando o nome Helder e desconstruindo a imagem das candidaturas adversárias.
A coalizão construída, com várias siglas, tendo à frente o Partido dos Trabalhadores, representa uma musculatura respeitável, tendo em conta que este partido tem implantação sólida em quase todos os municípios paraenses possuindo um cartel de quase trinta prefeitos, que somados com a base local do PMDB, representam uma variável que pode ter um grande significado na estruturação municipal e regional da candidatura pemedebista.
Ninguém pode  negar que existe uma base de apoio logístico, partidário, parlamentar e de máquinas municipais, que colocam Helder Barbalho como favorito, neste momento, para ser um dos desafiantes em segundo turno das eleições governamentais paraense. Ademais, Helder ainda conta com o longo e cansativo período de governo tucano no Pará e com uma percepção popular acerca do desempenho do atual governador que varia de   Regular para Ruim, do que Boa.
Porém, Helder não tem apenas aspectos positivos nesta sua corrida rumo ao palácio dos despachos. Helder também convive  com  4 variáveis centrais que podem comprometer sua caminhada rumo ao governo do Pará:  A grande rejeição eleitoral na região metropolitana, para cargos de mando, do ex-governador Jáder Barbalho; A percepção popular negativa de seu desempenho à frente do governo de  Ananindeua;  A previsível ausência da militância petista no entorno de sua candidatura; A possível caminhada descendente da candidatura Dilma, nestas eleições.
Todas as  pesquisas  realizadas até o ano passado, revelavam  que Jáder Barbalho, de saída, não tem menos de 20% de rejeição perante o eleitorado da região metropolitana. Este percentual tende a duplicar quando os adversários reavivam a memória popular sobre as acusações que pesam sobre o ex-governador Jáder. É só lembrarmos da última eleição de 2012 em Belém, quando o candidato do PMDB, José Priante ocupava o segundo lugar nas pesquisas e, no momento em que o candidato Arnaldo Jordy, ferido com os ataques que lhes foram desferidos pelo grupo RBA naquele pleito, relembrou a ligação familiar entre Jáder e Priante. O candidato pemedebista, despencou, em duas semanas, para o quinto lugar nas preferências populares.  Portanto, para o bem ou para o mal, Jáder estará presente em todas as fases desta campanha, potencializando ou não, os destinos eleitorais de seu filho Helder Barbalho. Lembremos, que a massa de eleitores fiéis de Jáder, já está quase toda desaparecida, devido à  mudança geracional.
Quando Helder saiu do governo de Ananindeua em 2012, existia um paradoxo. Helder apresentava publicamente resultados de governo convincente. Pelo menos ninguém da oposição contestou. Mas a percepção da população de Ananindeua, sobre o governo Helder, caminhava em sentido contrário, ou seja, a população concedia a Helder um percentual elevado e dominante de avaliação negativa sobre o seu governo. Este é o problema também enfrentado hoje pelo atual governador do Pará.  E não tenhamos dúvida.  A gestão Helder em Ananindeua estará em debate nestas eleições, seus opositores trarão este tema para o palanque eletrônico. Como a população sempre, em eleições para executivo, leva em conta a qualidade passada de um chefe de executivo, Helder poderá enfrentar grandes revezes nas intenções de votos. Assim funciona a democracia.
Em todas as “rodadas bem informadas”, da intelectualidade progressista e de esquerda, venho fazendo pesquisas qualitativas. E em todas as avaliações, a grande maioria aposta de que a militância petista das tendências não irão para as ruas vestindo a camisa de Helder Barbalho. A razão é simples: O PT chamou Jáder de ladrão durante mais de 20 anos de sua existência. E até agora, a direção petista ainda não explicou o porquê, de ter mudado tão radicalmente sua avaliação em torno do nome de Jáder e de sua herança política. E todos perguntam: Quem caminhará com Helder nas periferias de Belém? E pelo interior do estado? Normalmente, o PT adora receber apoio eleitoral, mas não gosta de fazer campanha para candidato majoritário de outro partido.
Outra variável, de ordem política, que poderá estar influenciando diretamente a campanha eleitoral do candidato Helder Barbalho rumo ao governo do Pará, serão as possibilidades eleitorais da candidata Dilma Roussef. Apesar de Dilma vir liderando a corrida presidencial, muitos sinais de alerta vêm emergindo nesta conjuntura pré-eleitoral.
Em todas as pesquisas, dois terços dos eleitores de Dilma querem mudanças nos rumos de governo. Como os candidatos Aécio Neves e Eduardo Campos ainda são desconhecidos do eleitorado brasileiro, afinal, estes nunca disputaram uma eleição presidencial, este mesmo eleitorado que é crítico ao governo Dilma, ainda não vislumbra outra alternativa real de governo. Mas esta percepção tende a mudar, quando iniciar o horário eleitoral gratuito na televisão.
O governo Dilma está com três marcas altamente negativas que podem comprometer sua eleição nos próximos meses:  O escândalo de Pasadena-Petrobrás; Os indicadores econômicos que apontam para a inflação e para a piora das contas públicas e da balança comercial com a estagnação do crescimento do Produto Interno Bruto-PIB; E a marca negativa que hoje representa para o governo Dilma, a copa do mundo, com seus custos bilionários e os escândalos de superfaturamento nas obras em curso.
Todos este fatores tendem a colocar a candidata Dilma em descenso nas preferências, nos últimos dias da  campanha eleitoral e, com ela devem descer, ladeira abaixo, quem estiver com estratégias eleitorais, ancorada na candidata petista. Tudo isso sem falar que o PT caminha para o quarto mandato consecutivo. O natural cansaço democrático, produzido pelo continuísmo, normalmente, exige, na percepção popular, alternância de governo.
Poderemos, também, assistir a revolução do voto, que se iniciou nas ruas, com os protestos de 2013, que pode levar para a cova as candidaturas de quem estiver no exercício de mandato, seja ele presidente ou governador. O povo exige o funcionamento de serviços públicos nos estados e municípios brasileiros e a transparência das atividades políticas.
Será desta equação entre pontos positivos e negativos, é que emergirão as possibilidades eleitorais do candidato Helder Barbalho.  Mas sem dúvida, a grande coalizão partidária que sustentará a candidatura Helder e o elevado tempo na TV, o tornam altamente competitivo. Caso as eleições fossem hoje, Helder estaria, seguramente no segundo turno.
Tenho dito.

2014: as possibilidades eleitorais do PSDB no Pará

em por Edir Veiga 19 de abril, 2014 

A partir desta semana começarei a apresentar  breves análises em torno das possibilidades eleitorais dos principais candidatos ao governo do Pará: Jatene, Helder e Dudu. De início, quero alertar de que não pretendo me  ater aos aspectos morais desabonadores que regem  os discursos apaixonados de apoiadores e opositores de cada candidato. Quem oferece denúnciia por atos de peculato é o Ministério Público e quem julga é o poder judiciário. Parece-me que nenhum dos três candidatos tem processo transitado em julgado, portanto, ninguém ainda foi considerado culpado pela justiça.

SIMÃO JATENE.
Caso este professor da UFPA venha a ser candidato podemos concluir de que o PSDB tem um candidato competitivo ao governo do estado.  É competitivo porque conta com o direito à reeleição sem deixar o cargo. É competitivo porque conta com a máquina de patronagem estadual, que é um importante diferencial perante seus opositores.
 É competitivo porque contará com pelo menos cinco partidos com boa representação no congresso nacional: PSDB, DEM, PPS, PP e PSD, o que lhe renderá um ótimo tempo de TV. É competitivo porque poderá contar com o apoio de pelo menos 50 prefeitos municipais. É competitivo porque conta com as verbas de publicidade que poderão amplificar os resultados de governo perante à sociedade.
Mas o governador Jatene, não conta apenas com a máquina de patronagem  e com apoio partidário e de prefeitos. Jatene também tem um razoável capital político em obras e serviços, que se bem “aproveitados” poderão servir como mote para apresenta-lo como um razoável realizador num contexto de convivência com a indiferença do governo federal petista.
Ninguém pode negar de que o governo Jatene tem obras que, bem divulgadas, poderão convencer boa parte da opinião pública e do eleitor  mediano de que o atual governador  fez o melhor que pode à frente do atual governo, tais como: Equipar e  colocar para funcionar os cinco hospitais regionais. Extenso trabalho de asfalto das rodovias estaduais. Expansão de máquinas de hemodiálise pelo estado. Implantação de novos leitos hospitalares. Construção de pelo menos mais dois novos hospitais de retaguarda. Implantação de um novo terminal de embarque e desembarque na capital. Construção de infraestrutura cultural em Santarém e Marabá. Instalação de políticas de enfrentamento preventivo e coercitivo à criminalidade através da instalação das Unidades Integradas  Pró Paz-  UIPP. Ampliação da receita estadual através da taxa mineral
Além destas obras executadas, ainda podemos encontrar uma resumida prestação de contas do governo em: http://www.agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=67013. Ou seja, dizer que Jatene não fez nada, não representa a verdade dos fatos, e por certo, com a propaganda na TV, a população ficará a par destas realizações, ou seja, este não é um flanco de ataque  tão fragilizado, como pensa a oposição.
Mas Simão Jatene, mesmo com todo este cartel de obras e serviços enfrenta enormes problemas que colocam em risco sua reeleição, qual sejam: cansaço do eleitor com um possível terceiro mandato de Jatene no Pará. O discurso da panelinha, se bem utilizado deverá “pegar”.
A conjuntura nacional de repulsa a quem governa, demonstrado pelas mobilizações espontâneas de junho de 2013. A falência dos serviços públicos na esfera municipal e estadual, ou seja, quem for governo deverá entrar na linha de “tiro” do eleitorado em 2014. A rejeição à forma tradicional de fazer política, sem transparência pública e sem  controle social e institucional.
Mas o governador do PSDB deverá enfrentar outras fontes  de dificuldades representadas por variáveis de ordem política, tais, como: ter perdido o apoio do partido mais implantado em nível municipal, que é o PMDB. Ter  contra sí a máquina midiática do poderoso grupo RBA de comunicações. Estar o Partido dos Trabalhadores- PT alinhado na oposição ao governo Jatene e na coligação oposicionista junto com o PMDB.
Outro fato relevante que coloca em risco uma possível reeleição do governador Simão Jatene é a problemática envolvendo enorme rejeição nas regiões sul, sudeste e oeste do Pará, tendo em conta o ressentimento daquele eleitorado com a derrota no plebiscito que pretendia esquartejar o Pará, e que vem sendo bem estimulado, pelos partidos e políticos que lhe são opositores.
E, para gerar grandes preocupações no ninho tucano paraense, as últimas pesquisas tem revelado um baixo índice de avaliação positiva, perante à percepção popular, que estaria  abaixo de 30% de avaliação BOA/ÓTIMA.  E para piorar o humor tucano, a entrada do ex-prefeito Duciomar Costa na corrida eleitoral, significa perda de voto, nas “cidadelas” tucanas representadas pela região metropolitana e nordeste do Pará.
Variáveis de ordem conjuntural psicológica como a falência dos serviços públicos. O “racha”   na base aliada do governo tucano, representada pela saída do PMDB do arco de aliança. A aliança PMDB/PT. A candidatura Dudu. A  secessão no sul, sudeste e oeste do Pará. E, a longa permanência dos tucanos no governo do Pará, colocam a tendência estrutural de derrota tucana nas eleições de 2014 no Pará. Mas,  é somente tendência.  Os quadros tucanos poderão, com  estratégia política e midiática competente reverter este quadro que hoje lhes parece adverso.´
Eu diria que  Jatene deve sair em primeiro lugar no primeiro turno, e suas possibilidades de vitória aumentariam caso seu adversário fosse Helder e que o candidato tucano viesse a contar com a adesão militante do candidato Dudu em seu apoio no segundo turno. Portanto, a sobrevivência de um eventual governo tucano a partir de 2015 no Pará, se potencializaria com a passagem de Helder ao segundo turno.
Mas para Jatene contar com um eventual apoio de Dudu em segundo turno, duas coisas teriam de acontecer: 1-Dudu não passar ao segundo turno, e 2- Jatene convencer Dudu a apoiá-lo num eventual segundo turno. Caso o planalto entre no jogo, dificilmente Dudu cambaria para o governo tucano. Claro, tudo vai depender do nível da campanha em primeiro turno. Dudu neste momento seria a noiva mais desejada da competição política do Pará em 2014.
Por incrível que pareça, Dudu poderia ser a solução dos problemas do PSDB em segundo turno, mas poderia ser o verdugo tucano, caso o ex-prefeito de Belém passe ao segundo turno, porque não se pode imaginar o apoio do PMDB ou PT ao tucanato em um eventual segundo turno no Pará em 2014. Quem fizer mais política no primeiro turno nas eleições de 2014 poderá colher os frutos em segundo turno.

terça-feira, 29 de abril de 2014

A oposição ataca Prefeito e Governador do Estado.

CUIDADO GOVERNADOR VOCÊ JÁ NÃO ESTÁ MUITO BEM NA REGIÃO DEPOIS QUE DECLAROU VOTO CONTRA A CRIAÇÃO DO ESTADO DO TAPAJÓS.
Foto: COMO FALEI AINDA HÁ POUCO , A PANFLETAGEM CORRE SOLTA NA CIDADE , AINDA HÁ POUCO  TIVE ACESSO A UMA DAS FOLHAS QUE CIRCULAM PELO BOSQUE ,  (QUE É O " CENTRO NEVRÁLGICO " DA CIDADE. ) COMENTANDO COM FEIRANTES E TRANSEUNTES QUE PARAVAM E COMENTAVAM TAMBÉM , SOBRE  AS MAIS NOVAS NOTÍCIAS  QUE  CIRCULAM DE BOCA EM BOCA . NADA COMO O PRÓPRIO POVO , PARA DIVULGAR , COMENTAR E AVALIAR OS DESMANDOS  OU OS ATOS E FATOS DO GOVERNO , PRINCIPALMENTE NA ESFERA  : M U N I C I P A L  , POIS  SENTE DIRETAMENTE  NA PRÓPRIA PELE , NO PRÓPRIO BOLSO , POIS " SALTAM AOS OLHOS DE TODOS "  SÓ NÃO AOS OLHOS DOS CEGOS E OBTUSOS QUE FINGEM NÃO VER , OU NÃO VÊEM PORQUE NÃO QUEREM .( AÍ,  CITE-SE O EVANGELHO DA TRAVE NO OLHO , QUANDO DO CISCO NO OLHO DE OUTREM...) PORTANTO  VEJAM -  VIDE - LEIA-SE E  COMENTE-SE , PARA TIRAR SUAS CONCLUSÕES..COMO FALEI AINDA HÁ POUCO , A PANFLETAGEM CORRE SOLTA NA CIDADE , AINDA HÁ POUCO TIVE ACESSO A UMA DAS FOLHAS QUE CIRCULAM PELO BOSQUE , (QUE É O " CENTRO NEVRÁLGICO " DA CIDADE. ) COMENTANDO COM FEIRANTES E TRANSEUNTES QUE PARAVAM E COMENTAVAM TAMBÉM , SOBRE AS MAIS NOVAS NOTÍCIAS QUE CIRCULAM DE BOCA EM BOCA . NADA COMO O PRÓPRIO POVO , PARA DIVULGAR , COMENTAR E AVALIAR OS DESMANDOS OU OS ATOS E FATOS DO GOVERNO , PRINCIPALMENTE NA ESFERA : M U N I C I P A L , POIS SENTE DIRETAMENTE NA PRÓPRIA PELE , NO PRÓPRIO BOLSO , POIS " SALTAM AOS OLHOS DE TODOS " SÓ NÃO AOS OLHOS DOS CEGOS E OBTUSOS QUE FINGEM NÃO VER , OU NÃO VÊEM PORQUE NÃO QUEREM .( AÍ, CITE-SE O EVANGELHO DA TRAVE NO OLHO , QUANDO DO CISCO NO OLHO DE OUTREM...) PORTANTO VEJAM - VIDE - LEIA-SE E COMENTE-SE , PARA TIRAR SUAS CONCLUSÕES..
— com José Da Costa Alves e Vilma Araujo de Sousa.

Caso Monte Alegre.

  Na noite de terça-feira, 8, a Comissão Processante da Câmara Municipal de Monte Alegre, que apurava as denúncias de suposto pagamento indevido feito pela Prefeitura municipal a empresa EDEME, concluiu os trabalhos, estando agora para serem julgados pelos vereadores do município se vão ou não CASSAR o prefeito Sérgio Monteiro (PT).

O presidente da câmara de Monte Alegre, Anselmo Picanço, marcou para a próxima terça-feira, 15, o julgamento do processo em que, após a avaliação dos vereadores eles decidirão por votação se o prefeito Sérgio Monteiro permanece ou é CASSADO do cargo.

Na terça-feira será apresentado o relatório da Comissão Pro cessante no plenário da câmara, em seguida será colocado em votação onde, se dos 15 vereadores 10 votarem a favor da CASSAÇÃO o prefeito terá que deixar o cargo. Se a oposição OBTIVER apenas 9 votos favoráveis, o prefeito permanece no cargo e o processo é arquivado.

De acordo com os vereadores da Comissão, o prefeito Sérgio Monteiro, simplesmente ignorou a comissão dos vereadores e não compareceu nas reuniões marcadas para prestar esclarecimento sobre o caso. No processo não há a defesa do prefeito muito menos as testemunhas dele, apenas os esclarecimentos das testemunhas de acusação.

A Comissão Processante da Câmara Municipal foi formada pelas vereadoras Lúcia Braga, Catarina Magalhães e pelo vereador Sady Dall Agnol.



  • Foto: AFASTADO

O Prefeito Sérgio Monteiro acabou de ser afastado do cargo pela Câmara de Vereadores.

Foi protocolada no dia 16 de abril de 2014 uma denúncia formulada pela cidadã RAIMUNDA VILMA ARAÚJO DE SOUZA, relatando fatos tidos como praticados pelo senhor Prefeito Municipal em desacordo com disposição legal, precisamente contra o Decreto-Lei nº 201/67, juntando as provas que segundo a denúncia comprovam a ilegalidade de tais atos.

A denúncia em questão trata da obra da Escola Dr. Gama Malcher que tem como valor R$ 523.508,73 (quinhentos e vinte e três mil, quinhentos e oito reais e setenta e três centavos).

Os vereadores presentes na sessão e que votaram pelo afastamento do prefeito foram: Anselmo Raimundo Corrêa Picanço, Leonardo Albarado, Marly Vasconcelos, Arinos de Brito Chaves, France Vasconcelos, Jezreel Meireles, Sady Dall Agnol, Lúcia Braga, Catarina Magalhães e José Bento da Silva Filho.

A Comissão Processante foi formada pelos seguintes vereadores: Zeca Bento, Marinete Macedo e Ádson Leão. PREFEITO DE MONTE ALEGRE CONSEGUE LIMINAR JUDICIAL IMPEDINDO SUA CASSAÇÃO PELA CÂMARA

O prefeito de Monte Alegre, Sérgio Monteiro, conseguiu uma liminar judicial que impede a câmara municipal realizar sessão nesta terça-feira, 15, onde seriam votados pelos vereadores se cassariam ou não o mandato do prefeito. O Pedido de Liminar foi deferido nesta segunda-feira, 14, pelo juiz titular da Comarca de Monte Alegre, Dr. Thiago Tapajós Gonçalves, que determina a ‘imediata suspensão do processo administrativo da Comissão Processante instituída pela câmara Municipal, nº 001/2014, bem como o efeito de qualquer ato praticado após o recebimento da denúncia”, ou seja, todos os trabalhos da Comissão Processante da câmara municipal que apurou o suposto pagamento indevido feito pela Prefeitura municipal a empresa EDEME, foram anulados pela justiça e colocado sem efeito os trabalhos feitos pelos vereadores: Lúcia Braga, Catarina Magalhães e Sady Dall Agnol.

O juiz determinou que sejam notificadas as autoridades impetradas para num prazo de dez dias prestem as informações que julgarem necessárias e que, após esse prazo, com ou sem resposta, sejam encaminhados ao Ministério Público para examinar e dar seu parecer sobre as denúncias.

No pedido de Liminar dos advogados do prefeito Sérgio Monteiro, foi argumentado que, a denúncia pelo princípio da simetria deveria ter sido acatada pelo menos no mínimo 2/3 dos vereadores, que seria 10 votos dos vereadores pelo acatamento.

A Câmara municipal de Monte Alegre entrou com pedido junto ao Tribunal de Justiça do Estado, alegando ‘agravo de instrumento’, por entender que o ato dos vereadores municipais estão de acordo com o decreto da Constituição Federal, pois nenhum dos dispositivos do decreto foi derrogado pelo supremo. Se o Tribuna de Justiça do Estado expedir liminar até às 19h, concedendo a Câmara Municipal a prosseguir com seus trabalhos normais, a sessão da câmara ocorrerá nesta terça-feira, 15, onde estará em pauta o relatório da Comissão Processante que será colocado em votação, em que, se dos 15 vereadores 10 votarem a favor da cassação, o prefeito Sérgio Monteiro terá que deixar o cargo. Se a oposição for apenas 9 votos favoráveis, o prefeito permanece no cargo e o processo é arquivado.





  • AFASTADO

O Prefeito Sérgio Monteiro acabou de ser afastado do cargo pela Câmara de Vereadores.

Foi protocolada no dia 16 de abril de 2014 uma denúncia formulada pela cidadã RAIMUNDA VILMA ARAÚJO DE SOUZA, relatando fatos tidos como praticados pelo senhor Prefeito Municipal em desacordo com disposição legal, precisamente contra o Decreto-Lei nº 201/67, juntando as provas que segundo a denúncia comprovam a ilegalidade de tais atos.

A denúncia em questão trata da obra da Escola Dr. Gama Malcher que tem como valor R$ 523.508,73 (quinhentos e vinte e três mil, quinhentos e oito reais e setenta e três centavos).

Os vereadores presentes na sessão e que votaram pelo afastamento do prefeito foram: Anselmo Raimundo Corrêa Picanço, Leonardo Albarado, Marly Vasconcelos, Arinos de Brito Chaves, France Vasconcelos, Jezreel Meireles, Sady Dall Agnol, Lúcia Braga, Catarina Magalhães e José Bento da Silva Filho.

A Comissão Processante foi formada pelos seguintes vereadores: Zeca Bento, Marinete Macedo e Ádson Leão.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Tentativa de golpe em Monte Alegre.



Minha total solidariedade ao Prefeito e companheiro Sérgio Monteiro, pois ontem o que presenciamos foi um ato covarde do único vereador do PT, “Zeca Bento”, ter se aliado àqueles que acabaram com o município durante décadas. Não sei os motivos que o levarão a votar junto à bancada de oposição ou da própria presidente do STTTR, que por sinal, é ligada ao PT, também entrar com um pedido de CPI contra o atual governo. Como militante do PT juro que não consigo entender como somos capazes de sermos piores que nossos adversários no jogo político e não conseguimos dialogar internamente de forma que possamos melhorar a vida das pessoas, com uma oposição interna dessas, nossos inimigos de classes não precisam nem se preocupar... Isso é uma vergonha! Precisamos refletir melhor sobre o que estamos fazendo. Estamos elegendo vereadores somente pra dizermos que temos “tantos parlamentares” ou “tantos gestores no estado”. Projeto que é bom para os municípios nem pensar; dialogar com a instância partidária então, nem se fala. O dito vereador mostrou ontem que não tem projetos, dialogo e companheiros e companheiras comprometidos com o povo, com o PT e com a nossa historia; Isso dificilmente isso é uma vergonha! Eu sou do PT e estou tranquilo, pois o que vi na câmara ontem foi apenas um grupo que a meu ver conseguiu capturar um vereador que é do mesmo partido do prefeito e que por algum motivo escuso deixou de apoio o atual governo. Triste pra o vereador que mancha sua história em prol de um grupo que já governou Monte Alegre e que ainda não conseguiu aceitar a decisão da justiça; mas isso é parte do jogo político e democrático, cada um joga com as armas que tem. Ontem o atual gestor perdeu uma batalha, mas a guerra está só começando.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Jatene com a faca e o queijo na mão. Ou não.


Da leitora que se intitula Professora Joana D'Arco, sobre a postagem Reeleição de Duciomar foi a opção pelo pior:

Legal lembrar dos canalhas que mandam no poder no Pará, e ainda inferir sobre o voto errado - nesse aspecto não concordo, pois o eleitor vota na melhor opção para ele, e quem for mais realizador no sentido de trazer mais bens e serviços públicos é melhor avaliado. Por isso, quem tem a máquina sai sempre na vantagem, mas quando esta se mostra ineficiente e má administrada, torna-se um estorvo.
O caso Ana Júlia é emblemático, porém o fenômeno se reproduz no microcosmo do município. Sem a percepção de benefícios dados por um governo, o eleitor pode arriscar; sentindo a melhoria, permanece.
O PT, Lula e Dilma bem o sabem o valor do uso político da máquina, ainda que na atual modalidade esteja a caminho da desestruturação do país; mas ganham a eleição.
E por aqui? Jatene teve e talvez ainda tenha a faca e o queijo em suas mãos, a depender do uso e dos resultados eleitorais que alcançará.
Helder tem uma chance, igual à que Jatene teve com Ana Júlia, se o governador não conseguir alavancar a confiança no eleitor e mostrar seu legado nesses quatro anos - o que Ana não conseguiu à sua época - para o paraense. Aí o PMDB e Jáder Barbalho voltariam a governar o Pará.
Mas e a entrada de Duciomar, é um blefe ou de verdade? Se é real sua candidatura, todos devem estar fazendo pesquisas agora e conversando com ele, pois se Duciomar ficar em último lugar dos três, ironicamente, pode ser o fiel da balança em outubro.
Alea jact est.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL CARIM MELÉM COMEMORA 50 ANOS

Na ultima sexta feira 11, A Escola Municipal de Ensino Fundamental Prefeito Carim Melém comemorou 50 anos de fundação.
A Gestão da Escola preparou uma grande programação em comemoração ao aniversário de meio século, educando os cidadãos monte alegrense.
A programação teve inicio às 17 horas com o momento cívico, todos os presentes cantaram o hino nacional e posteriormente o hino da escola, logo depois foi proferido o histórico da Escola, a programação também contou com a apresentação da Banda Pop Rock do Carim Melém, composta por alunos da escola que encantou a todos, e logo em seguida um belíssimo momento ecumênico com Frei Valci e Pastor Jairo Freitas.
A Banda Musical da Escola Estadual de Ensino Médio Carim Melém abrilhantou o evento com musicas que deixaram todos encantados, muitas outras atrações fizeram parte da programação, e todas por alunos da Escola, que, homenagearam a Instituição de ensino que educou muitas personalidade monte alegrenses .
Parabéns a todos que fazem parte da Escola Carim Melém, Gestores, professores, secretários, agentes de serviços gerais, e o futuro do nosso país; vocês alunos, parabéns Carim Melém.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

SECRETARIA DE TRABALHO E INCLUSÃO SOCIAL ENTREGA 500 CARTEIRAS DE TRABALHO

 
Foto: SECRETARIA DE TRABALHO E INCLUSÃO SOCIAL ENTREGA 500 CARTEIRAS DE TRABALHO

A Secretaria de Trabalho e Inclusão Social – SETRINS, vai realizar a partir de segunda feira 7, a entrega de 500 carteiras de trabalho àqueles que deram entrada no documento. Segundo Rosa Fraia, que responde pela pasta, o material será distribuído mediante senha de atendimento, no prédio da secretaria, nos setores de expedição de documentos e alistamento militar, nos horários da manhã e tarde. 

Em 2013 o município ficou sem o serviço por conta de a Superintendência Regional do Trabalho não ter disponibilizado um técnico que viria até Monte Alegre viabilizar a expedição de carteiras de trabalho digitalizadas, fruto de convênio firmado entre Estado e Município em maio do ano passado. Contudo, o prefeito Sérgio Monteiro orientou a Secretaria de Trabalho e Assistência Social, através da secretária, se dirigir até Belém para buscar o material. 

Identidade – Interessados em tirar a carteira de identidade devem procurar a SETRINS  de segunda a sexta feira em horário comercial. Os dados recolhidos serão levados até Santarém por um funcionário do município para a devida impressão do documento com supervisão da Delegacia Regional de Polícia Civil, que é órgão oficial competente. A liberação do documento até as mãos do interessado será feita em aproximadamente 15 dias.A Secretaria de Trabalho e Inclusão Social – SETRINS, vai realizar a partir de segunda feira 7, a entrega de 500 carteiras de trabalho àqueles que deram entrada no documento. Segundo Rosa Fraia, que responde pela pasta, o material será distribuído mediante senha de atendimento, no prédio da secretaria, nos setores de expedição de documentos e alistamento militar, nos horários da manhã e tarde.

Em 2013 o município ficou sem o serviço por conta de a Superintendência Regional do Trabalho não ter disponibilizado um técnico que viria até Monte Alegre viabilizar a expedição de carteiras de trabalho digitalizadas, fruto de convênio firmado entre Estado e Município em maio do ano passado. Contudo, o prefeito Sérgio Monteiro orientou a Secretaria de Trabalho e Assistência Social, através da secretária, se dirigir até Belém para buscar o material.

Identidade – Interessados em tirar a carteira de identidade devem procurar a SETRINS de segunda a sexta feira em horário comercial. Os dados recolhidos serão levados até Santarém por um funcionário do município para a devida impressão do documento com supervisão da Delegacia Regional de Polícia Civil, que é órgão oficial competente. A liberação do documento até as mãos do interessado será feita em aproximadamente 15 dias.

Serra no labirinto e a tristeza da Folha



O jornal Folha de São Paulo, publicou hoje um texto, de pura lamentação por seu candidato José Serra, estar morto políticamente..... Leia a baixo...

.....Serra tem dito a aliados que vê "digitais mineiras" no lançamento do livro "A Privataria Tucana", do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que ataca Serra e seus familiares.

Diante de tal grau de acirramento, Serra e Aécio têm evitado se encontrar. Estiveram em horários diferentes no Congresso da Juventude do partido em Goiânia, há algumas semanas. Aécio não foi à última reunião da Executiva do PSDB, na qual houve um desagravo a Serra por conta do livro de Ribeiro Jr.

Para José Serra, a campanha presidencial de 2014 começou na noite de 31 de outubro de 2010, quando, no discurso em que admitiu sua derrota para a presidente Dilma Rousseff, despediu-se dizendo que voltaria em breve. "A luta continua", previu.

Talvez não imaginasse que ela se iniciaria imediatamente e se daria sobretudo no front interno de seu partido, o PSDB. Hoje, ele resiste à pressão tucana para se candidatar a prefeito de São Paulo no ano que vem, algo que vê como um golpe contra suas ambições presidenciais.

Ele calcula que, se for eleito prefeito, terá dificuldade em deixar o cargo um ano depois, como fez em 2006. Se perder, será o fim de sua carreira, ponderam aliados.

Com 43,6 milhões de votos no segundo turno de 2010, Serra viu nesse capital o ponto de largada para pleitear nova chance em 2014. Mas foi pego de surpresa pela rapidez com que seu espaço no PSDB se estreitou neste ano.

De cara, Geraldo Alckmin, seu sucessor no governo de São Paulo, promoveu um desmonte de áreas estratégicas de sua gestão e ocupou espaços na máquina partidária local, de modo a escanteá-lo.

Alckmin recusou pedidos diretos de Serra para manter secretários como Paulo Renato (Educação), morto em junho, e Mauro Ricardo (Fazenda). O governador alojou pessoas de sua confiança nos diretórios do PSDB e forçou vereadores que eram seus desafetos a deixar o partido.

Após esse primeiro embate, Serra enfrentou o momento mais agudo de crise partidária em maio, quando o presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), e o senador Aécio Neves, seu oponente na disputa pela candidatura presidencial em 2014, se aliaram para dominar a cúpula do partido.

Diante da evidência de que aliados de Aécio seriam colocados nos principais postos da Executiva, Serra pleiteou a presidência do Instituto Teotônio Vilela, mas foi vetado por Aécio e Guerra, que deram a vaga a Tasso Jereissati.

A Serra coube a presidência do novo Conselho Político do partido, instância de caráter não deliberativo que fez apenas três reuniões em 2011.

Isolado, o ex-governador lançou uma estratégia para ter canais próprios para manifestar suas ideias e se comunicar com os filiados tucanos. Lançou um site, estreou uma coluna quinzenal no jornal "O Estado de S. Paulo" e passou a percorrer os Estados de forma autônoma para reuniões partidárias.

Paralelamente, os embates com o grupo aecista continuaram e chegaram perto de um rompimento neste fim de ano. Serra tem dito a aliados que vê "digitais mineiras" no lançamento do livro "A Privataria Tucana", do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que ataca Serra e seus familiares.

Diante de tal grau de acirramento, Serra e Aécio têm evitado se encontrar. Estiveram em horários diferentes no Congresso da Juventude do partido em Goiânia, há algumas semanas. Aécio não foi à última reunião da Executiva do PSDB, na qual houve um desagravo a Serra por conta do livro de Ribeiro Jr.

Serra critica a forma como a sucessão foi antecipada, com a criação de uma estrutura de comunicação para tornar Aécio mais conhecido.

Aliados seus, como o senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), protestaram contra a tentativa de isolar Serra -que foi excluído da propaganda partidária em São Paulo e depois enfrentou uma queda de braço pelo conteúdo de seu discurso no programa nacional de TV dos tucanos.

TRUNFOS E OBSTÁCULOS

Em 2012, o desafio de Serra será resistir à pressão de Alckmin e de Gilberto Kassab para concorrer a prefeito.

Além disso, terá de se articular para quebrar a força aecista na cúpula tucana. "O Serra terá chances caso o Aécio não consiga se firmar, nem dizer a que veio", diz um tucano simpático ao mineiro. "Em 2011 ele se fortaleceu internamente, mas foi nulo no Senado e não se mostrou capaz de liderar a oposição".

No QG do senador, o risco de que ele não "decole" é tratado com preocupação. Apesar do lastro que obteve na máquina, Aécio não fez nenhum discurso marcante -mesmo quando anunciou com estardalhaço que o faria-, não lançou uma marca forte -a que tentou, da regulamentação das medidas provisórias, naufragou- e foi tímido nos ataques a Dilma.

Partidários de Serra acham que a consistência na crítica a Dilma e o recall de duas eleições presidenciais são ativos que podem fazer a balança pender em favor do paulista.

Para que isso ocorra, avaliam, ele terá de manter a aliança com o PSD de Kassab e obter o apoio de Alckmin e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o que poderia fazer com que o peso de São Paulo novamente fizesse a diferença para o PSDB, como em todas as eleições presidenciais até aqui

Governador Simão Jateve está Mal.

Com baixa popularidade, governador tucano Simão Jatene investe mais

Sem grandes realizações, Simão Jatene inaugura rede de abastecimento de água em Ponta de Pedras.
Contas apertadas e popularidade em baixa compõem o cenário que o governador Simão Jatene (PSDB) deverá enfrentar neste ano em busca da reeleição no Pará.
Gestor estadual com a quinta pior avaliação do país (39% de ruim/péssimo em dezembro, segundo o Ibope), o tucano aumentou receita e investimentos do Estado, mas indicadores sociais historicamente ruins pouco reagiram.
"Nossos índices de educação são muito ruins. Quando assumi [2011], fizemos um estudo entre nossos estudantes e constatamos isso", disse à Folha o governador.
Ele recorreu ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para tomar um empréstimo de US$ 300 milhões (R$ 666 milhões) e criar um programa específico para tentar resgatar a qualidade do ensino estadual.
"Está em andamento. Espero que essa seja a coisa mais importante que deixaremos como herança", diz governador tucano.
VIOLÊNCIA
A violência também cresce. Segundo dados do próprio governo, o número de homicídios teve um aumento de 9,3% entre 2011 e 2013 no Estado. No mesmo período, os roubos cresceram 4,6%.
"Temos duas áreas sensíveis, segurança e educação, que não foram dadas soluções até hoje", afirma o deputado Edilson Moura (PT), dando o tom do discurso da oposição nas eleições de outubro deste ano.
Jatene elevou os investimentos de 4,5% para 7,1% das despesas e baixou a dívida. A folha de pessoal cresceu e, consumindo quase 48% da receita do Estado, já bate perto do limite imposto por lei.

O tucano diz que a gestão precisou organizar as finanças nos dois primeiros anos para começar a investir. "Grande parte dos projetos começaram a maturar só agora", afirma Jatene, ao explicar sua baixa popularidade.
Também cita a reforma e construção de hospitais, asfaltamento de 1.100 km de estradas e a criação de 650 leitos hospitalares como feitos da gestão. Projeta, ainda, até o final do ano, criar mais 350 leitos e inaugurar o novo terminal hidroviário de Belém.
A oposição se articula em torno de Helder Barbalho (PMDB), ex-deputado estadual [sic] que deverá concorrer ao governo com apoio do PT, que governava o Estado até 2010.
SEM SUBSTITUTO
Aos 65 anos, Jatene chegou a afirmar neste ano que deixaria o governo, mas decidiu ficar na cadeira e tentar o terceiro mandato –ele também foi governador entre os anos de 2003 e 2006.
"Esperava que pudesse surgir algum tipo de liderança e pudesse ser candidato, mas isso não aconteceu", afirma Janene, que aponta a atual estrutura tributária como um dos principais problemas do país.

Eu já sabia, companheiro.

Saiu na Imprensa - clique na imagem para ler


PTB na eleição estadual.

 

 

PTB dá prazo para Duciomar formar aliança

É sério mesmo!
A Executiva Nacional do PTB está apostando que Duciomar Costa, o pior prefeito da história de Belém, tem alguma condição formar uma aliança partidária capaz de viabilizar o lançamento de seu nome ao governo do Estado.
Ou por outra: nem o PTB acredita nisso, mas concedeu ao ex-prefeito o benefício de sonhar.
Duciomar, é claro, está sonhando e trabalhando para que venha a ser candidato.
E precisa viabilizar a sonhada aliança até a primeira semana de maio.
Enquanto isso, outros petebistas - muitas outros, vale dizer - sonham que ele, mesmo trabalhando, não consiga seu intento, o que livraria o partido de um vexame colossal.
Porque imaginar que Duciomar tem alguma chance de ser governador do Pará é a mesma coisa que imaginar um remista torcendo pelo time rival ou vice-versa - o simpatizante do time rival torcendo pelo Remo.
Ou seja: esse possibilidade é zero.
Zeríssima.
Mas Duciomar, vocês sabem, já foi prefeito de Belém por oito anos.
Desgovernou esta cidade por quase dez anos.
Nada demais, portanto, que sonhe em desgovernar o Pará.
Putz!

PTB afasta Bengtson e passa comando no Pará a Duciomar


Mas que coisa!
Olhem só o cacife de Duciomar Costa, o huno.
Olhem só o cartaz que ele ostenta junto à cúpula do PTB, muito embora tenha sido o pior prefeito de Belém não mais em 800, mas em 1.400 anos - os 400 que estão para se completar e os mil subsequentes.
Vejam só.
O presidente do PTB no Estado, deputado federal Josué Bengtson, deu singelas declarações ao Blog do Bacana, de Marcelo Marques.
Josué revelou, por exemplo, que Duciomar foi até a direção nacional do partido manifestar sua intenção de concorrer ao governo do Estado, mas foi informado de que isso só ocorrerá se ele conseguir formar uma aliança partidária.
"Se ele não conseguir é temerário. Pelo que sei o PR, PT do B , PSC e PV estão em aberto e Duciomar está tentando viabilizar essa coligação. Mas claro que ainda tem um fator importante. E se Dilma quiser intervir, como que fica a posição desses partidos? Tudo pode ocorrer, em política as coisas se definem na última hora”, disse Bengtson ao Bacana.
E aí?
E aí confiram na imagem o que aconteceu.
Apareceu o secretário nacional de Comunicação do PTB, Honésio Ferreira. E num comentário na postagem ele informou que a Executiva Nacional do partido decidiu, simplesmente, afastar Josué Bengtson do comando da legenda no Estado, entregando-a de mão beijada a Duciomar Costa.
Leiam vocês mesmos e acreditem se quiserem.
Duciomar, sabemos, não emplaca eleição nem para dirigente de tertúlias.
Mas seu cacife interna corporis no PTB parece estar empinando.
Pois que o PTB faça bom proveito de Duciomar.
Que nos livre de Duciomar Costa.
Que livre o Pará de Duciomar Costa.
Tintim, Honésio.
Tintim.
A propósito: o PTB nacional sabem mesmo que é Duciomar Costa?

E POR FALAR EM GOVERNO, ONDE ANDA VOCÊ?


Leio na sempre bem informada blogueira Franssinete Florenzano que, "Retido em uma reunião em seu gabinete no Comando Geral da PM, o governador Simão Jatene não conseguiu fazer o lançamento do Plano de Mineração do Pará, marcado para as 19h, ontem. O vice-governador Helenilson Pontes, que estava em um evento na Associação Nipo-Brasileira, antecipou sua palestra e correu para o Complexo São José Liberto, onde secretários de Estado, representantes dos Estados de Goiás e Amazonas e empresários esperaram pacientemente, embalados pela música de estudantes da Fundação Carlos Gomes".
Se o desempenho permitisse otimismos poder-se ia dizer, agora vai. O governador arregaçou as mangas e foi pra dentro do Comando Geral debelar o clima de guerra que varre o Pará, com mais de uma centena de mortes em apenas dois meses, segundo o noticiário setorizado. Certamente, não é o caso. Trata-se, isto sim, de homiziar-se em local inacessível à população, ao funcionalismo rebelado em razão do péssimo tratamento recebido da atual administração, logo, forma de evitar ao máximo que seja confundido com um homem público.
Daí evento tão importante como o lançamento de um Plano de Mineração do Pará, contando com a presença de autoridades e empresários de outros estados, mesmo mal se sabendo de que trata o tal plano, lançado a oito meses do final do governo, ser realizado no Polo Joalheiro dando a entender que essa saltitância lorótica obedece sua incontornável inapetência administrativa, fazendo desse insólito nomadismo a cortina de fumaça que encobre sua proverbial preguiça, da qual falava até com certa frequência o finado ex-governador tucano Almir Gabriel.
Assim, sem uma residência oficial que abrigue o titular do Poder Executivo e sem uma sede que abrigue a rotina de trabalho do governante, assistimos esses volteios em torno do incerto e com uma única certeza: a população gostaria de ter, ou gostará de ter, para breve, um governante pra chamar de seu. Ao que tudo indica, desde que não seja esse.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Eduardo Campos lança oficialmente pré-candidatura sob desânimo do PSB e da Rede.

O ex-governador Eduardo Campos (PSB-PE) lançou oficialmente sua pré-candidatura a presidente e Marina Silva (PSB-AC) como vice. Mas a festa teve um clima murcho.

Nas redes sociais notava-se claro desânimo dos militantes do partido Rede com a rendição de Marina ao caciquismo de Eduardo Campos.

Um pessoal da Rede ainda tentaram fazer um twitaço no sábado e outro no domingo para pedir Marina cabeça da chapa, pedindo para Campos ceder. Alegavam que se o objetivo era um governo programático não havia motivo para Campos impor seu nome, já que Marinha teve o dobro de intenções de votos no último Datafolha e, por isso, estaria mais credenciada para tornar o suposto projeto vitorioso. Sobrou a decepção de ver que o PSB tem dono e Marina sabia disso e aceitou quando entrou no PSB.

O evento também não empolgou três governadores do PSB, que não foram à Brasília. Renato Casagrande, do Espírito Santo, e Camilo Capiberibe, do Amapá, preferiram cuidar de suas próprias reeleições, preservando alianças que já mantém com o PT em seus estados.

Mais estranho foi o governador de Pernambuco João Lyra (PSB), que foi vice de Campos durante 7 anos até ele se desincompatibilizar. Lyra queria o apoio de Campos para candidatar-se a governador, mudando até de partido, do PDT para o PSB. Foi preterido, ficando sem espaço no PSB. Agora preferiu acompanhar a visita da presidenta Dilma a Pernambuco o dia inteiro. Em seu discurso elogiou e agradeceu muito a presidenta e não citou o nome do ex-governador. Se estivesse com uma relação mais amigável com Campos, poderia ter acompanhado Dilma até o meio da tarde, e seguir para Brasília depois.

Também foi estranho a escolha de um auditório pequeno, onde sobraram caciques partidários, mas faltou povo.

Campos repetiu discurso raivoso de José Serra em 2010

Campos decaiu tanto depois que traiu Lula e o povo lulista, que seu discurso imitou o discurso de José Serra (PSDB-SP) em 2010 quando também lançou a pré-candidatura.

Repetiu a mesma ladainha de que o PT não pode governar o Brasil, de que o PT ao dar maior atenção à superação da pobreza divide o país (o que não é verdade. É justamente o contrário, pois ao elevar as pessoas pobres para a classe média, reduz as tensões e conflitos sociais).

Quem tenta dividir a nação são os reacionários a quem Campos se aliou e se incomodam com pobres andando de avião ao lado deles, comprando carro e andando na rua na frente deles, a empregada comprando o mesmo perfume que a madame usa, a filha do pedreiro entrando na Universidade que antes só os ricos frequentavam.

Talvez seja Bornhausen o inspirador do discurso de ódio ao PT, em 2010 proferido por Serra, hoje por Campos.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

De pai pra filha ou de filha pra pai.

Hoje liguei pra minha filha mandei uma carta pra ela e ela me respondeu, e ai que a gente perceber que mesmo distante um do outro o amor e fundamental na vida de qualquer ser humano.Quero compartilha isso com meus amigos e que isso seja uma demonstração de que o verdadeiro amor superar tudo mas tudo mesmo.
segue minha carta com a resposta dela:

-Você sabe que eu sou humano e, portanto, cheio de falhas como todo mundo. Mas, espero que você tenha consciência do esforço que eu e sua mãe fazemos para oferecer- lhe sempre o melhor, tanto física quanto moral ou espiritualmente. No entanto, esta carta não pretende falar de mim, mas pretende dizer o quanto você, meu filha, é importante para mim, o quanto você é especial e doce. Eu te coloquei no mundo (ou pelo menos fiz uma boa parte dessa tarefa...) e não me arrependo nem um pouquinho, porque além de amor por você, sinto orgulho de você. Orgulho por tudo o que você é e ainda será : pelos seus bons sentimentos, por sua generosidade, sensibilidade e compaixão para com o próximo e as pessoas próximas de ti . Orgulho por saber que você é receptiva ao amor que eu lhe dedico e que sempre (porque é da sua índole), saberá dar valor às coisas mais importantes do mundo: a própria vida, em qualquer de suas formas, e o amor humano, manifesto em todas as pessoas, mas sentido especialmente naquelas tão próximas de você quanto eu. Meu coração e seu e o seu e meu juntos eles formam o amor. Te amo com toda a força do meu coração.
do teu pai Elizeu das Chagas Souza a minha querida filha , meu orgulho Iracema Galvão Souza.!
veja a resposta dela
"Pai, eu também te amo muito e você pra mim é importante como você disse pra mim em sua carta amorosa. Com todo o amor você falou a nossa palavra e eu repito pra você: Meu coração é seu e o seu é meu. Juntos eles formam o amor. Te amo no fundo do meu coração. De Iracema Galvão Souza
Para Elizeu das Chagas Souza

quarta-feira, 9 de abril de 2014

As pedras no caminho da corrida eleitoral no Pará - Parte I



Não precisa ser um cientista político e nem especialista em marketing eleitoral para perceber que há 03 meses de uma difícil campanha eleitoral, os principais partidos que se enfrentarão nas urnas paraenses - PSDB e PMDB - terão que se mexer mais estratégica do que fisicamente.

Do lado tucano, as conversas para manter o alinhamento de prefeitos, parlamentares e lideranças de partidos que fazem parte tanto da base do governo Jatene (Estadual), quanto do governo Dilma (Federal) é o principal desafio dos cardeais do PSDB.

Com o anúncio de que ex-prefeito Duciomar Costa pode ser o candidato do PTB, as coisas pioram pro PSDB que precisa acumular o máximo de apoio de quem ainda está como aliado, mas o peso das negociações gera desconforto no já disputado ninho tucano. Não era à toa que Simão Jatene não queria quebrar sua promessa de que nunca seria candidato à reeleição.

Sabedor das dificuldades que terá pela frente, pelos lados e internamente, o governador foi praticamente obrigado a manter seu nome na disputa, mas pode surpreender e fazer como fez na campanha de Almir Gabriel em 2006, frustrando os tucanos que lhe cercam com o seu conhecido corpo-mole, que fez com que Almir o apelidasse de preguiçoso.

Vários motivos colaboram para esta afirmação, entre os quais, a de que o governador está em tratamento de uma doença e tanto seus médicos, quanto sua família lutam para que ele poupe-se de estresses, viagens cansativas e do pesado ritmo que toda campanha eleitoral requer.

Do lado do PMDB, mesmo com o aceno de sete partidos para o apoio a Helder Barbalho, a maioria da base partidária do PT terá dificuldade em defender a aliança eleitoral, aprovada no último encontro no fim do mês passado. Não fizeram antes, não fazem agora e com uma candidatura do PSOL colocando o PT, o PMDB e o PSDB no mesmo saco, se não houver uma boa estratégia para o programa de governo que envolva os milhares de petistas que não estão tranquilos com a aliança, muitos não irão pro front como se espera.

Além de uma ação planejada que inicie o convencimento de importantes dirigentes e militantes que fazem a diferença em qualquer eleição, é possível vermos, principalmente na região metropolitana de Belém, apenas o pessoal contratado para balançar bandeiras azuis nas esquinas.


Com um programa de governo ainda indefinido e sem data e nem equipe para elaborá-lo, a candidatura de Helder Barbalho perde um tempo precioso para penetrar ainda mais nas entranhas do eleitorado que não vota de jeito nenhum em Jatene e/ou aquele que está insatisfeito com a falta de resultados de mais um governo tucano no Estado do Pará.  

Em nome do partido



A nota acima publicada no cabeçalho da famosa coluna Repórter Diário, do jornal Diário do Pará deste domingo (06), traz uma informação que este blogueiro já havia ventilado em conversas com amigos mais próximos, mas foi descartada por todos que a ouviram. 

Como um deputado vai deixar sua reeleição quase certa para servir aos interesses do seu partido? Essa foi a principal indagação que me eram devolvidas ao prever que o deputado estadual Parsifal Pontes (PMDB) seria o coordenador da campanha de seu partido, tão logo o PT fechasse o apoio ao candidato ao governo do Pará, o ex-prefeito de Ananindeua e atual presidente da FAMEP, Helder Barbalho. 

Parsifal Pontes é inegavelmente um dos mais destacáveis oradores e formuladores políticos do PMDB paraense. Em seu primeiro mandato, teve participação e influência notáveis na defesa e depois na oposição ao governo petista de Ana Júlia. Agora, empoderado pela cúpula pmdebista para coordenar a campanha de Helder Barbalho, é sem dúvida um dos nomes mais fortes e o mais apropriado para a tarefa. 

Abrir mão de seu mandato e de seu provável reeleição é uma atitude louvável e para poucos parlamentares, que muitas vezes tomam pra si o mandato que geralmente é conquistado de forma coletiva e tão logo o assumem, deixam para trás todos os que lhe ajudaram. Exemplos não faltam e também quase sempre não duram por muito tempo na vida parlamentar.